quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Novamente, investigador 11- Leandro Palafoz e Yasmin Hage- 1ºC


Faz dois anos que eu voltei a ser reconhecido como Dorisgleison Silva, meu nome de batismo. Feio, não? Era bem melhor atender por “investigador  11”, o meu codinome.Fui expulso da delegacia, tornando-me permanentemente proibido de exercer minha profissão depois que eu acidentalmente matei um criminoso que poderia trazer informações valiosas para a polícia sobre uma quadrilha procurada por anos. Fui descartado, e obrigado a reassumir a minha antiga identidade. Atualmente, sou açougueiro, e levo uma vida extremamente monótona.Numa noite de sábado, estranhamente tocaram a campainha da minha casa. Levantei curioso para saber quem havia perdido seu tempo vindo me fazer uma visita, quando eu abro a porta, e me deparo com um homem alto de cabelos escuros que usava roxo. Tinha o rosto inchado, como se estivesse chorado muito recentemente, e estava extremamente pálido. Ele referiu-se a mim como investigador  11, o que me deixou perplexo. Poderia ter dado pulos de alegria, mas o momento não permitia. O convidei para entrar, e explicar o motivo de sua visita, e ele se apresentou como Paulo Carvalho, um grande empresário e disse que me procurou porque queria sigilo total em uma missão. Seu filho, Paulo Carvalho Junior, havia sido sequestrado a dois dias, e a tarde ele recebeu uma carta que dava instruções para que ele recebesse seu filho de volta. A carta ordenava que ele colocasse R$ 500.000 de trás da banca de jornal da estação de trem as 11 da noite do dia seguinte. Ele me ofereceu R$ 100.000 pelos meus serviços. Pedi que ele tivesse calma, e fosse para casa, voltando no dia seguinte com o dinheiro em mãos. Estava começando a ter um plano.No dia seguinte, acordei com a campainha. P.C estava lá como o planejado, com o dinheiro em mãos, e eu pedi que ele viesse comigo. Peguei minha câmera digital, meu laptop, e fomos até o comercio, onde eu encontraria o que eu precisava. Uma mala, notas de 100 reais de brinquedo, uma câmera e um microfone espiões. Coloquei o dinheiro na mala, acoplei os dois aparelhos nela, e os conectei no laptop. Fomos até a estação de trem, e eu fui até a banca de jornal, e falei com a dona. Expliquei a situação, mostrei a carta a ela, e passei as instruções a ela, que estranhamente, parecia saber que aquilo iria acontecer. Entreguei minha câmera digital para que ela tirasse fotos de quem pegasse a mala disfarçadamente. Esperamos no carro até dar 10:30 da noite, observando todos os movimentos que parecessem suspeitos. As 11, P.C desceu do carro, e colocou a mala no local.As 11:10, eles já haviam pego a mala. Esperamos alguns minutos até descermos e irmos falar com a dona da banca. Ela tinha conseguido as fotos, e então nós três juntos fomos até a delegacia fazer a denuncia. Mostramos as fotos e o áudio e imagens gravadas pelo equipamento. Seguimos o caminho, e cercamos o esconderijo.Os homens pediram para fugir com o dinheiro, ou então eles matavam o garoto. Pedi que deixassem que eles fugissem. Daria tudo certo. Eles soltaram o garoto, e fugiram com a mala. Inteligentemente, eles retiraram os aparelhos, mas já sabíamos o seu destino.Chegamos ao aeroporto, onde eles estavam discutindo. Perceberam que o dinheiro era falso, mas já era tarde demais. Estavam presos, e desarmados.Junior e o pai voltaram para casa. Agradeceram-me imensamente pelo serviço, e pelo sigilo para que não saíssem na imprensa.Acho que esse foi o dia mais emocionante da minha vida, depois que fui expulso da delegacia. Não seria ruim se se repetissem mais vezes situações como esta.Junior e o pai voltaram para casa. Agradeceram-me imensamente pelo serviço, e pelo sigilo para que não saíssem na imprensa.Acho que esse foi o dia mais emocionante da minha vida, depois que fui expulso da delegacia. Não seria ruim se se repetissem mais vezes situações como esta.


O caso de P. C. Júnior- Gabriel Cunha - 1º A

Meu nome é Dorisgleison Silva, eu sou um ex-detetive da polícia e vou contar aqui um dos casos mais interessantes que tive em minha vida de investigador.
Na manhã de domingo dia 11 de agosto de 1994 eu recebi um caso de um sequestro de um filho de um grande empresário chamado P.C. Aragão. O filho dele tinha sido sequestrado no dia anterior (10) e junto com a noticia do sequestro ele recebeu um bilhete escrito: “Seu filho está em nosso poder. Se quiser o menino de volta siga as instruções: ponha 500 mil dólares numa mala preta e deixe atrás da banca de jornal da estação de trem Às 10h50. Pegue o trem das 11h. Se ficar alguém vigiando a mala, o menino morre!”.
Eu tentei descobrir se o garoto tinha problemas com drogas ou alcoolismo, mas seu pai disse que ele era um bom garoto e que ele nunca havia ingerido álcool e nem se quer se drogado. Naquele momento eu tirei a conclusão que não havia nenhuma possibilidade de que o sequestro seria por dividas com a máfia local nem nada. Eu fiz muitas perguntas para o pai e a mãe e descobri que o garoto gostava de esportes, era muito estudioso, gostava de músicas clássicas e muitas outras coisas. Depois da longa conversa fui à escola do garoto conversei com muitos amigos e com alguns de seus professores descobri que ele era muito popular, tinha boas notas e era muito esportiva e por isso era capitão do time de futebol da escola. Tive uma conversa com seu melhor amigo e descobri que P.C. não gostava da maneira que seus pais o tratavam e que ele tinha muita vontade de morar sozinho e outros detalhes importantes como, por exemplo, ele gostava de músicas eletrônicas e que ele odiava a escola e outras coisas que contra diziam o que os pais de P.C. disseram.
Na segunda-feira dia 12 recebi a noticia que os pais da vitima iriam entregar o dinheiro que lhes foi pedido e eu corri para impedir, cheguei a tempo de impedir. Os pais estavam muito nervosos afirmavam querer o filho de volta o quanto antes, então os ajudei, mas pedi apenas mais um dia para que eu pegasse mais informações sobre P.C. e eles concederam. Eu fui até a banca de jornal descrita no bilhete e chegando lá vi uma senhora chamada Fátima Zoraide a dona da banca perguntei se ela conhecia o garoto e ela falou que ele passava pela banca todo dia e se encontrava com umas pessoas encapuzadas, e ele sempre pegava uma sacola com alguma coisa pesada que ela não sabe me dizer o que era, só que tinha um formato retangular e só. No entardecer eu fui pra casa e pensei em várias possibilidades do que possa está acontecendo por trás do caso de P.C. e a mais provável é a de que o garoto não mostra quem realmente é para seus pais e é envolvido com drogas e ficou devendo para traficantes e esses traficantes que ele está endividado o sequestraram para poder conseguir o dinheiro que P.C. os deve. Eu fiquei muito confuso com todas as várias prováveis solução para esse caso.
No dia seguinte fui para a casa dos pais e contei o que a Fátima tinha me contado e como seu melhor amigo o descreveu, mas logo rebateram, eles disseram que P.C. ajuda uma ONG de pessoas com câncer de pele e aquele homem é o presidente. Eu perguntei o por quê do capuz e eles me disseram que o presidente tem vergonha de mostrar sua pele e P.C. não gosta de mostrar aos seus amigos quem ele verdadeiramente é por ter medo de ser rejeitado. Eu estranhei mas decidi que o melhor era montar um plano para podermos recuperar P.C. e fazer com que eles não percam tanto dinheiro. Fui para a delegacia para montar o plano e ter ajuda com especialistas, após muito tempo o plano estava pronto esperamos o outro dia para podermos bota em prática.

Começamos o dia já armando tudo botamos atiradores de elite em três prédios em pontos estratégicos e um policial disfarçado na banca de jornal da vidente Zoraide. O pai da vitima fez exatamente o que dizia o bilhete e esperamos das 11 da manhã até às 8 da noite nessa hora um homem encapuzado saiu de um beco e pegou a mala e foi andando, depois entrou em um carro, nós o perseguimos para poder descobrir onde ele mantém o P.C. . Ele foi até uma fábrica abandonada na parte periférica da cidade. Esperamos que ele saísse do carro para aborda-lo quando ele saiu saímos e rapidamente o abordamos até ai o plano estava indo muito bem até que deixamos o encapuzado escapar, ele entrou na fábrica e gritou: “Matem o moleque, tem homi lá fora”. Só ouvimos o barulho do tiro entramos rápido rendemos os bandidos e vimos o garoto agonizando chamamos a ambulância, mas quando ela chegou era tarde, foi a pior coisa que podia acontecer com um detetive como eu, ver aquela dor nos olhos do garoto foi muito triste e depois ter que dar a má noticia aos pais que seu filho foi morto e foi morto pela pessoa que ele tentava fazer bem que era o presidente da instituição que ele ajudava foi muito ruim e por isso me aposentei e agora sou apenas uma pessoa normal com uma grande decepção em sua vida e vivo sonhando com a visão do garoto e seus olhos cheio de dor.

O Sequestro de P.C. Júnior - : Lara Almeida Barbosa - 1º ano A

Enquanto bebia minha cerveja , deitado na poltrona com os pés na mesa de centro , o telefone de repente tocou e fui rapidamente atender , afinal a muito tempo que meu telefone não tocava a não ser aquelas mulheres do cartão de crédito cobrando o pagamento . Era o pai de um tal d P.C. Júnior , bastante agitado e nervoso falando alguma coisa de sequestro que não entendi direito , pedindo para que eu me encontrasse com ele num bar da esquina 11 daqui a uns 40 minutos . depois que desligamos o telefone fiquei surpreso e perplexo , afinal , havia algum tempo que já estava aposentado e ainda com um processo de assassinato arquivado . Passaram-se os 40 minutos e fui ao encontro do tal pai de P.C. Júnior , com meu paletó empoeirado e minha pasta com papeis de 5 anos atrás . Chegando lá o reconheci rapidamente , com um copo de café bastante forte e sem açúcar , em pé andando de um lado para o outro . Cheguei e me apresentei formalmente : - Prazer senhor , Dorisgleison Silva ! – ele parou e logo mandou eu me sentar . Começou a me contar o caso de seu filho , que foi sequestrado quando ia ou vinha da escola , e que deveria colocar 500 mil atrás da banca de jornal da estação de trem de uma tal de Fátima Zoráide , que se bem me lembro ,  vivia comendo bombons e se achava vidente quando não tinha o que fazer .
  Quando o pai do garoto terminou de explicar o ocorrido , peguei o seu numero de telefone e a primeira coisa que fiz foi ir a aquela tal banca de revistas da estação de trem . Chegando lá , logo me deparei com Fátima Zoráide , comendo bombons baratos , como sempre , com uma flor no cabelo de loja de bunjingangas e sentada num banquinho de plástico , fumante por sinal , pois estava com um cinzeiro com um cigarro recém- fumado e com a aparência de ter lá seus 50 anos . Como de costume me aproximei e me apresentei formalmente : - Boa Tarde , meu nome é Dorisgleison Silva e sou investigador profissional do caso P.C. Júnior ! – ela me olhou e com um sorriso amarelado respondeu : - Em que posso ajudar ? – expliquei o caso do sequestro do menino quando estava vindo da escola e tentei entender o porque dos bandidos terem escolhido aquele lugar , mas não tinha nenhuma informação útil para solucionar o caso e resgatar o garoto . Partir para o plano B , plano esse que se resumia em “ colocar uma mala com dinheiro falso em uma mala atrás da banca de revistas e esperar os bandidos , quando eles chegassem a polícia que estaria escondida os surpreenderiam pegando o menino e prendendo os acusados “ . Não tinha como dá errado , sempre via isso acontecer nos filmes . Liguei para o pai de P.C. para informa-lo do plano , e ele logo concordou , avisei a polícia e acertei todos os detalhes e além de falar com Fátima Zoráide claro , antes que ela estragasse tudo .
  Quando chegou a hora do plano entrar em prática , todos ficamos muito ansiosos para saber que seriam os bandidos e se o menino estaria bem , não imaginávamos que um imprevisto iria acontecer . Hás 22 horas em ponto , dois indivíduos  de touca preta cada um , casaco e aparentemente baixos , apareceram em uma moto e foram em direção a mala com o suposto “500 mil dólares” , e em menos que eles esperassem os policiais que estavam escondidos os algemaram . Nesse momento todos se reuniram em volta dos dois na expectativa de identificar os bandidos e quando os policiais tiraram a touca todos se surpreenderam ... um deles era P.C. Júnior ! O tão menino prodígio que com 12 anos o pai achava que valia cada centavo do meio milhão de dólares , estava naquele instante tentando roubar o mesmo .
  O pai entrou em desespero , todos os olhares se voltaram para ele , olhares de pena por sinal , - Coitado ! – pensei . Após todos ficarem perplexos . A policia os levou para a delegacia , encaminhou P.C. Júnior para o juizado de menores e o outro rapaz ( maior de idade ) para a prisão . Ainda sem acreditar , o pai do menino estava sentado no chão com a cabeça baixa , esperando talvez uma palavra de consolo ou tentando de uma vez por todas entender que o seu filho não era o que acreditava ser e sim um “ladrãozinho” . Me aproximei e disse : - Lamento pelo acontecido , mas pense pelo lado bom , pelo menos o senhor não deu os 500 mil dólares ! – e com um sorriso meia boca ele me olhou , me deu duas notas de 100 e saiu . Desse dia pra cá nunca mais fiz nenhum serviço tão emocionante quanto aquele , quer dizer , nunca mais fiz nenhum serviço .


O sequestro de P.C.Júnior - Dinivana Reis 1ºano C

Em um dia comum, eu P.C.Junior estava me arrumando para ir à escola, o motorista Antônio Carlos já estava à minha espera com o carro na porta da minha casa, e eu, ao descer, me deparei com 4 homens encapuzados que disseram: “Quietinho moleque, isso é um sequestro se reagir leva bala!”, logicamente que eu me assustei, tentei achar o motorista, mas já não o via. O sequestrador me pediu para entrar no carro, e logo que eu entrei os 4 também entraram e arrancaram o carro com alta velocidade, enquanto isso um dos sequestradores colocou uma venda nos meus olhos.
   Depois de mais ou menos 1 hora sentir o carro diminuir a velocidade e estacionar, um dos sequestradores me pegou pelo braço e sentir como se estivesse me guiando para algum destino, e ao chegar nesse suposto destino me colocaram ajoelhado e retiraram a venda dos meus olhos, era um lugar escuro, não havia entrada ou saída de luz, eles saíram e trancaram a porta desse aposento sombrio. Enquanto isso em casa, meu Pai acabara de chegar em casa e recebi a notícia, com grande desespero, do meu sequestro, e imediatamente comunica as autoridades polícias o ocorrido, mas só se pode dar como sequestro se o suposto individuo desaparecido estiver sem entrar em contato por no mínimo 24 horas, mas, no meu caso, só havia 1 hora e meia de sumiço, porém meu pai não ia me ver sendo sequestrado e ficar de braços cruzados e logo lembro de um velho amigo dele, um ex-investigador de polícia chamado Dorisgleison Silva, desesperado meu pai entrou em contato com ele e relatou todo o ocorrido. Dorisgleison chegou em casa e começou a interrogar cada um que estava na casa no momento do sequestro e assim foi o motorista Antônio Carlos, as três empregadas domesticas que trabalhavam no minha casa, a Carlota, Tamiris e Conceição, não conformado o ex-investigador foi pela vizinhança atrás de pistas do meu desaparecimento, foi quando ele avistou uma pequena banca de jornal e lá trabalhava uma senhora chamada Fátima Zoraide, ela relatou que viu um carro preto passando em alto velocidade bem do lado de sua banca de jornal.
   No cativeiro comecei a orar e pedir a Deus que todo aquele pesadelo acabasse o mais rápido possível, e enquanto orava comecei a ouvir as vozes dos sequestradores dizendo: “Faz logo a carta pro Coroa dizendo assim: Seu filho está em nosso poder, se quiser o menino de volta siga as instruções: ponha 500 mil dólares numa mala preta e deixe atars da banca de jornal da estação de trem às 10 horas e 50 minutos, pegue o trem das 11 horas. Se ficar alguém vigiando a mala, o menino MORRE!”. A partir daquele momento fiquei mais tranquilo porque tinha certeza que meu pai faria tudo por mim, mas também fiquei assustado por causa do “MORRE!” bem acentuado na fala do sequestrador, diante disso continuei a pedir a Deus que me ajudasse a sair dessa.
   Meu pai ao receber a carta foi imediatamente em seu cofre e tirou a quantia desejada pelos sequestradores e colocou dentro de uma mala preta, assim como o pedido do sequestrador, foi até a estação de trem e ficou esperando em um acento da estação ansiosamente o horário proposto pelo sequestrador, assim que deu o horário ele colocou a mala onde deveria e pegou o trem das 11 horas, meu pai no trem começou a orar pedindo que tudo desse certo e ao chegar em casa recebeu uma ligação anônima em que um homem dizia: “Parabéns, fez tudo certinho e terá seu filhinho de volta!”, um enorme sorriso se abriu no rosto de meu pai, mas ele não sabia como e onde me reencontraria.
   Um dos sequestradores me pegou pelo braço e novamente colocou a venda nos meus olhos e me guiou até o carro depois de umas 2 horas sentir o carro parar novamente, me tiraram do carro, tiraram a venda dos meus olhos me deram um celular e falaram: “ Liga pro seu vir te buscar” ai eu disse, “Como ele me achará se não sei onde estou?” e então o sequestrador respondeu “Se vira garoto” e com grande velocidade eles se afastaram de mim, mesmo perdido sentia um grande alívio por ter saído ileso nessa, mas logo liguei para meu pai e descrevi o lugar onde estava e em aproximadamente 10 minutos meu pai chega de helicóptero e me dar um grande abraço.
   No dia seguinte meu pai me acorda de manhã bem cedo dizendo que iriamos na polícia porque os polícias queriam me fazer algumas perguntas. Ao chegar na delegacia o delegado me perguntou uma serie de coisas. Passado umas 3 semanas do acontecido vi meu pai muito enfurecido, pois os polícias haviam descoberto que tudo aquilo foi uma armação do ex-investigador e da dona da banca de jornal, o ex-investigador estava na pior pois havia sido condenado por uma morte e ninguém o aceitava no mercado de trabalho e a dona da banca estava quase falindo, pois sua banca de jornal ia de mal a pior, conseguintemente  eles foram presos, julgados e condenados a 23 anos de prisão. E hoje graças a Deus estou vivo para contar isso a vocês.



A Procura - Antônio Neto - 1º ano A

O dia já estava muito ruim, antes do homem elegante chegar. Iria naquela manhã a delegacia para checar os documentos para garantir minha aposentadoria. Ao entrar na administração vi meu velho amigo e companheiro Francisco dos Santos.
-Ora essa - Disse o rapaz- Meu velho companheiro aqui! Venha aqui seu gordo bêbado.
"Ele não mudou nada", pensei. O jovem que a dez anos atrás, havia sido meu companheiro e aprendiz estava agora em minha frente, mas agora, era chefe do departamento de investigação Estadual.
O rapaz ainda possuía os cabelos castanhos e olhos da mesmo cor, e possuía traços faciais agradáveis.Logo entramos na sala dele para manter as conversas em dia.
-A quanto tempo meu velho amigo !- falei- Vocês da polícia acham que eu sobrevivo com aquela merreca de aposentaria. O velho Dorisgleison Silva aqui gosta de manter um poucos de luxo.
-Meu caro você acha assim que estamos com os bolsos cheios da grana ! A droga do governo estadual cortou a malditas verbas para o departamento.
Um frio na barriga me atingiu com força " E como eu vou me segurar agora ". As coisas estavam muito difíceis para mim , a mulher acho de me deixar quando me aposentei levando a casa e deixando apenas um pensão enorme para que eu pagasse. Fui forçado a fazer um empréstimo ao banco e agora estou atolado nas dividas.
De repente um homem de terno e gravata ar de superioridade entrou de supetão na sala e logo atrás vinha uma das secretárias tentando, inutilmente, impedi-lo.
- Senhor Francisco, exijo falar com o senhor imediatamente- falou rapidamente o homem. Ele devia ter cerca de cinquenta anos , com cabelos grisalhos cortados em estilo militar.O jovem chefe de departamento levantou com rapidez.
- Senhor Paulo- falou assustado - Não esperava um visita com o senhor hoje. O que ocorreu ? Assaltaram algum dos encarregamentos de sua companhia ?
Agora sim reconheci o homem que havia acabado de entrar, eu mesmo já havia resolvido várias investigações pra ele. Paulo César Pigossi, um dos homens mais ricos do Brasil. Todas as manhãs lia notícias no jornal sobre o sucesso de sua companhia petroquímica a OLXB, umas das maiores refinadoras de petróleo do mundo.
-Pior- gritou o bilionário- Sequestraram meu filho ! Roubaram o PC Júnior de mim !
Após o depoimento formal dado a polícia Francisco foi comigo até o um local onde poderíamos conversar mais a vontade.
-Estão cobrando 500 mil pelo resgate do menino- disse o jovem investigador- O menino é um gênio, com apenas 12 anos já está fazendo mestrado em física na universidade de Harvard. Vale cada centavo do meio milhão de dólares exigidos.
- Uau!- falei, "Tão jovem e já tão importante"- Eles deixaram alguma informação ?
- Sim, um carta escrita em recortes de jornal dizendo para deixar o dinheiro em uma mala em uma estação ferroviária no subúrbio da cidade, e que se o dinheiro não for entregue o menino será morto. Nem adianta falar das digitais, mandei ao laboratório e não deixaram um digital para trás.
- Não são sequestradores comuns. Terá que tomar muito cuidado nesta investigação meu amigo.- falei.
- Quero você no caso.-falou Francisco com rigidez.
- O que ?- Senti algo na boca do estômago, algo que não sentia a anos.- Já estou aposentado filho !
- Mas continua sendo um dos melhores detetives que há em todo o Brasil, além disso o Departamento poderia te dar uma boa comissão por sua ajuda na investigação
-Estou dentro.- disse com rapidez.
Depois de horas no trânsito chegaram a estação de metro marcada pro pagamento do resgate. Viram uma decadente lojas de doces e logo bateram em na porta. Uma mulher estranha de cabelos grisalhos apareceu. Ela devia ter cerca de sessenta anos e tinha um trufa de chocolate em uma das mãos e a boca melada de caramelo e chocolata, se isso fosse um hábito explicaria a enorme barriga mole.
- Não estão aqui para ter um previsão do futuro não é ?- falou a mulher assustada.
Ao longo da interrogação que se seguiu a senhora, de nome Fátima Zoraide, falou que não havia percebido nada de estranho  e que não sabia nada do sequestrado de PC Júnior.
Saímos logo do local, já sabíamos que não iriamos encontrar nada no local, e aquela mulher parecia mas perdida do que nós.
- Melhor desistirmos - falou Francisco.
- O que nós nem começamos, a vida do menino está em risco ! - falei.
- O pai do menino pode pagar vinte vezes o valor do resgate se quiser ! O menino não corre perigo nenhum!- o meu velho companheiro falou de um forma selvagem que eu mau o reconheci.
Eu concordei fui logo atrás dele para o carro, mas não iria desistir assim tão fácil. Cheguei perto de um poste de luz quebrado e peguei minha câmera antiga usada para observar locais durantes vários dia se preciso. Deixei a câmera bem em um buraco no poste onde teria vista a toda área da estação.
Ao chegar no carro Francisco perguntou o que eu estava fazendo, simplesmente disse que estava admirando a paisagem.
No outro dia o resgate foi pago e tudo ocorreu como os conformes. PC Júnior foi encontrado na em frente a mansão do pai ileso, apenas assuntado. O menino disse que não havia visto o seu sequestrador e que era apenas mantido em um quarto fechado.
Mas o caso ainda não estava fechado, o pai do menino ainda queria explicações sobre a investigação mau feita e a perda de 500 mil dólares. Francisco foi dando desculpas por falta de tempo e provas podendo causar riscos ao menino se tivessem insistido na investigação.
- Senhor eu acho eu posso te mostrar que sua vinda a polícia não foi em vão.- falei - Eu deixei uma câmera no local do pagamento do resgate- Francisco se levantou bruscamente.
- O que, você fez isso se a minha autorização !- gritou com a face vermelha de raiva- Você não poderia ter feito isso.
- Sim mas não poderia ter deixado a investigação terminar desse jeito!
 Conectei a câmera na televisão do escritório e a gravação começou. No início nada aconteceu, mas logo pareceu o senhor Pigossi deixando o dinheiro no local do resgate e pegando o trem das 11:30 como o combinado. Após alguns minutos apareceu um homem, ele estava de boné e casaco, mas ainda assim poderia perceber seus cabelos castanhos.
Como todos presente na sala olhei pra Francisco com um olhar perplexo. Ele era o sequestrador o tempo todo
- Prendam este homem! - falou o senhor Pigossi, fazendo dois agentes do Departamento avançar sobre do próprio chefe algemando suas mãos.
 -Por que ?- falei, ainda não acreditando no que acabei de ver. Francisco se debatia nos braços dos outros agentes.
- Você acha que eu quero passar o resto da minha vida com essa infelicidade que se chama trabalho, eu quero ser rico ! Mas você seu velho bêbado atrapalhou tudo ! Eu te odeio ! EU TE ODEIO !
Ao voltar para casa não parava e pensar o que aquele doce jovem que anteriormente foi seu aprendiz se transformou em um monstro sedento por dinheiro. No final das contas Francisco foi levado preso e Paulo César abriu um processo contra ele.Me arrumei para a cama assuntado pelas revelações do dia.

-É - falei após deitar- O dinheiro muda as pessoas.- fechei os olho e adormeci.

Sequestro - Jessica Szendzielorz - 1 ano A.

  Depois de meia hora dentro do carro, com os olhos vendados e com algum pano na minha boca, ainda não sabia onde estava, o carro balançava, balançava... Até que alguém abriu a porta de trás, ficou mais claro, mas continuava sem enxergar. Um cara aparentemente forte me pegou empurrando para fora, e tirou a venda, o lugar que eu estava parecia um pouco familiar, mas não reconheci.
  O homem pegou um telefone e me entregou juntamente com uma folha, dizendo que era para eu ler isso em voz alta para quem atender, como não havia outra escolha, assim fiz.
  - Alô?! Sou P.C Júnior e estou aqui avisando que estarei vivo até as 11 horas.
  Depois disso o homem tomou o telefone da minha mão e ficou olhando ao relógio, parecia nervoso. Consegui ver que eram 8:00 da manhã. Fiquei pensando o que fazer, mas tinha poucas esperanças, o homem me amarrou novamente e colocou um pano na minha boca.
  Foi passando se o tempo, já eram 9:45, imaginei se ninguém fosse vir me buscar ou se não trouxessem o dinheiro, em horas estaria morto.
  Olhando para o lugar que eu estava percebia uma estação de trem abandonada, que de vez em quando, passava algum trem, também havia uma banca de jornal, com uma mulher velha, de cabelo crespo, sentada em uma cadeira de balanço com um cigarro na mão, ela parecia estar completamente desligada para o que ocorria ao seu redor, ignorei-a. Já quase não havia tempo, observei que eram apenas 5 caras, fortes, com cara de mau, me vigiando. 
  De repente as portas e as janelas se fecharam completamente, deixando apenas uma porta do outro lado aberta, fui percebendo alguém saindo, na verdade não foi alguém, mas sim, uns cem policiais e na frente passou um homem de terno preto, óculos escuro e bem alto, com uma mala na mão, avisando:
  - Meu nome é Dorisgleison Silva, mais conhecido como Doris, o ex-investigador, soltem o menino ou serão em nome da lei.
  É depois dessa eu pensava, agora está tudo resolvido, mas ocorreu algo inesperado. Uma máquina/robô, não sei ao certo, começou a sair da van dos ladrões, e com uma metralhadora, apenas dizia:
  - Eu avisei.
  Saiu atirando em todos os policiais, bom, todos morreram, apenas deixou ´Doris` vivo, pedindo para que lhe entregue a maleta. Como não havia outra opção, entregou-a, e me libertaram.
  Fora da estação o ex-investigador me avisou:
  - Não havia dinheiro na mala, era uma bomba.

  Cinco minutos depois a estação de trem explodiu, fiquei apenas com uma certa pena da velinha, mas não foi possível evitar. Assim voltei para casa.

O sequestro - Mariana Morais Kruschewsky - 1º ano C

O sequestro
Eu tinha acabado de ser liberado na escola e estava a caminho de casa. Como de costume, peguei a minha bicicleta e segui meu rumo. Quase na metade da estrada tudo ficou preto, e ouvi as vozes de alguns homens. Estava sendo sequestrado. Jogaram-me no fundo de um carro, ligaram o motor e o carro começou a andar. Depois de mais ou menos 30 minutos o carro parou e me retiraram de lá, logo depois me jogaram no chão de algum lugar. Eu continuava vendado, e então eles disseram que agora minha vida está nas mãos dos meus pais e encaminharam um bilhete a eles. Não sei bem o que estava escrito lá, seu apenas que estavam pedindo 500 mil dólares. Estava com muito medo, será que meus pais iam conseguir? Será que minha vida ia acabar assim e agora? Perguntas sem respostas.  Chegou o tão esperado dia. Já era 10:50 horas, fiquei sabendo que meu pai havia deixado a mala e estava esperando o trem 11:00 horas, meu pai pegou o trem 11:00. Pegaram a mala e foram verificar se o dinheiro estava todo lá. Estava. Colocaram-me no carro, depois me largaram numa estrada deserta. Retirei a faixa dos meus olhos e comecei a caminhar. Achei um orelhão e telefone para minha casa. Meus pais foram me buscar, constataram que eu estava bem e fomos para casa. A partir de agora vou dar mais valor a vida que tenho e nunca mais esquecerei esse dia

Mariana Morais Kruschewsky - 1º ano C 

Lembranças obscuras- Jéssika Silva e Leticia Dutra- 1 ano B



 Às vezes certas coisas nos acontecem e se tornam aqueles sonhos que nunca pensamos poder realizar, outras vezes se tornam os nossos piores pesadelos.
Meu nome é Dorisgleison Silva e eu sou bem... Digamos que um ex-investigador da polícia, graças àquela noite que acabou por destruir parte da minha vida e da vida de muita gente.
Sobre a estante da minha sala as lembranças de um passado de glória se materializam em fotos, recortes de jornais, matérias de revista, prêmios que foram destinados a mim por pessoas que admiravam o meu trabalho e hoje nem sequer lembram quem sou e o que fiz.
Como de costume antes de ir para o trabalho passei na banca de jornal e dei uma olhada nas noticias do dia, na seção de esportes o Vasco me decepcionara mais uma vez. Quando estava saindo, Fatima Zoraide, a dona abortou-me, muito já havia escutado sobre suas previsões, ela era vidente as horas vagas, dizia ter um dom, mas eu nunca acreditei muito... Até agora.
 -Os fantasmas do passado voltaram a te assombrar e uma grande revelação você terá - disse a velha que por um momento já não era a mesma que havia dito aquelas palavras que perfuraram a minha alma e agiu como se nada tivesse acontecido, voltando a atender os seus clientes. Ao indagar sobre o ocorrido Fatima desconversou dizendo que não sabia nada sobre o que eu estava me referindo.
Os dias foram passando e as palavras daquela mulher pareciam soar mais forte em minha cabeça. Foi quando um fantasma bateu à minha porta, não sei ao certo como ele sabia o meu endereço certamente, assim como eu, ele não tinha esquecido o que aconteceu. O que importa é que ele estava parado na frente da minha casa e o mais absurdo era que pedia a minha ajuda.
 Entramos em casa e ele então me contou a situação que estava enfrentando, tirou do seu bolso um papel que continha palavras retiradas palavras recortadas que anunciavam o sequestro de P.C. Junior, eu devia muita coisa àquele garoto, por isso concordei em encontra-lo. A ultima vez que vi P.C. tão desesperado foi ha dez anos atrás, naquela noite que mudou nossas vidas para sempre.
 Para aumento do meu pavor o bilhete citava a banca de jornal da dona Zoraide, embora eu saiba que a velha não seria capaz de sequestrar um garoto indefeso e bom... Eu não costumo errar.
 Na manhã seguinte o bilhete do sequestro pendia sobre a estante do meu quarto, foi quando ao examina-lo com cuidado percebi que no verso de uma das palavras havia um fragmento de texto que se não me falha a memoria era de uma revista que eu já havia lido na banca da dona Zoraide. Então imediatamente fui até lá
 Como eu conhecia a revista perguntei a senhora à respeito e ela me disse que aquela edição já havia acabado ha algumas semanas, então lhe contei parte do caso e pedi para que cooperasse com a investigação, então ela me mostrou as notas fiscais, observando bem vi que uma das notas contava que a revista havia sido paga com o cartão internacional de P.C..
 Será que ele seria capaz de encomendar o sequestro do próprio filho? Por quais motivos? E porque me chamaria para o caso? Seria isso algum tipo de armação? Mas a mais obscuras das hipóteses que eu levantei é de que o próprio garoto tenha forjado seu sequestro, mas porque ele faria isso?
 Agora está em minhas mãos o mais importante enigma de toda a minha carreira. O prazo está se esgotando e eu preciso encontrar esse garoto. Tive então uma ideia que poderia ajudar a solucionar esse problema ou simplesmente saciar meus anseios de rever o passado. Relutante fui a casa de P.C.e pedi sua permissão para que fosse a uma de suas propriedades que ficava afastada do centro da cidade. Tive medo que ele não permitisse e acabasse atrapalhando os meus objetivos, já que aquele lugar faz parte de um passado infeliz de nossas vidas, mas por mais estranho que parecesse, ele estava compreensivo o suficiente, além de me deixar ir, aceitou a minha proposta de ficar em casa enquanto eu seguia com a investigação.
 Ao chegar minha alma foi tomada por memorias do meu passado. Aquela casa, o lago, tudo me fazia lembrar-se de como nós já fomos felizes. Tudo me remete ao arrependimento e a amargura toma o meu coração. Por mais difícil que fosse para mim entrei, aparentemente parecia tudo igual como na noite a dez anos atrás e foi ai que a maior surpresa me aconteceu.
 Acho que antes de tudo, deveria contar sem mais rodeios o que realmente aconteceu. Tudo começou há cerca quinze anos atrás quando meu irmão casou-se com a mulher mais linda que eu já tinha conhecido e a sua beleza não era apenas superficial, ela era linda por inteiro, suas qualidades tiravam de mim uma profunda admiração, não demorou muito para que o minha admiração se tornasse amor e também não demorou para que o meu amor se concretizasse. Amélia foi dentre o meus amores o mais verdadeiro, o mais puro, embora soubéssemos que o que estávamos fazendo não era certo era impossível conter aquele amor quer era para como mim um sol iluminando uma noite que não tinha fim. Mas a traição acabou por fazer de mim uma pessoa fria e o amor por aquela mulher criou em mim uma necessidade de posse q fez com que tomasse uma decisão, foi então que percebi que necessitava do amor dela apenas para mim. Decidi que a única forma disso acontecer era tirando a vida de quem me impedia de tê-la. Preparei-me então para o homicídio, quando ele entrou sorrateiramente sai do esconderijo e atirei. Quando me recuperei do impacto da arma, percebi que caída no chão, aos pés dele estava a minha amada, ela havia se atirado na frente do disparo para salvar P.C. e perder a sua vida, a nossa vida, os nossos planos.               Agora aqui estou eu, em frente ao filho da minha amada, ao filho que foi criado sem mãe, graças ao ato de heroísmo dessa. Embora durante todos esses anos eu não tenha o visto, eu sabia que era P.C. Junior, porque por algum motivo ele lembrava muito a mim. Mas ele era um garoto muito prodígio, desde os dez anos já participava efetivamente dos negócios e da empresa do seu pai, era sempre astuto e tinha soluções fáceis para problemas difíceis.
 - Não é um lugar muito confortável para alguém que foi sequestrado?
 O garoto deu de ombros.
 -Sou Dorisgleison - prossegui
 - Eu sei quem você é!
 - Sabe? Seu pai falou de mim?
 - Não, mas a aminha mãe sim!
  Não compreendi direito o que o garoto quis dizer com aquilo, a mãe daquele garoto havia morrido dez anos atrás, como ele saberia de alguma coisa? Foi nesse exato momento que P.C. adentrou a sala:
 - O que você está fazendo aqui com o meu filho? -disse P.C. totalmente exaltado.
 Antes que eu dissesse alguma coisa o garoto topou a parte da situação:
 - Pai, eu estou aqui porque eu quis e tenho alguma coisa para esclarecer para vocês.
 O menino parecia bastante frio Para uma criança de apenas doze anos de idade, por mais erudito que ele seja havia certo toque de amargura no tom de voz do garoto, foi quando ele nos surpreendeu contando sobre o diário da sua mãe que ele encontrou e nele havia vários segredos, não só os meus com ela, mas também um que não era nem de meu conhecimento, nem de ninguém, um segredo que Amélia havia levado consigo para o túmulo: P.C. Junior era meu filho. Agora estávamos ali, naquele mesmo lugar onde ha dez anos atrás nossos destinos tiveram outros rumos e hoje novamente essa cena se repete, só que agora ao invés de caminharmos separados teremos que andar juntos como nunca antes.

Meu Deus eu Realmente fui sequestrado!!!- Alê Emanuel Rabelo Guedes, André Ramos Andrade e Rudson Soares de Oliveira - 1º Ano A


    Na tarde de sexta-feira, estava jogando bola na praia com meus amigos, normalmente como faço toda Sexta . Nessa Sexta sabia que ia acontecer algo porque não jogo muito bem, porém fiz muitos gols. No fim do jogo quem sempre me busca é o motorista do meu pai, João, mas dessa vez quem apareceu lá foi Dorisgleison Silva, um velho amigo do meu pai e é um ex-investigador da Polícia. Após ele ter me deixado em casa, tomei um banho e dormir, estava muito cansado. No meio do meu sono, comecei a sonhar que estava sendo sequestrado e me mexia muito. Quando acordei minha vida mudou completamente, estava em quartinho fechado, recebendo comida por uma abertura na parte inferior da porta de metal.
  Quando meu pai leu o bilhete mandado pelo sequestrador, ele me contou que ficou muito louco, que no começo pensou que era brincadeira, mas após 15 minutos foi ao banco com sua Ferrari, pegar os 500 mil dólares pedido pelo sequestrador. O seu gerente não permitiu a retirada, pois era muito dinheiro e deu uma sugestão ao meu pai . A sugestão a meu pai. A sugestão era que o banco iria produzir 500 mil dólares falsos e que iria entrega-lo em um dia para trás da banca de revista da estação de trem, no outro dia às 10h50min.
  Meu pai saiu do banco e foi ao seu amigo Dorisgleison Silva, para pedir sua ajuda na investigação, sem que a polícia saiba. No fim da tarde eu estava apreensivo querendo sair daquele lugar sujo, em que logo fiquei com alergia. Meu pai foi até a banca de revista umas 7 horas da noite, conversar com Fátima Zoraide, que era a dona da banca, e vidente nas horas vagas.
Meu pai pergunta:
  - Fátima, você viu alguma movimentação estranha hoje aqui por perto de sua banca?
E em seguida explica a situação.
  - Não, senhor André, tudo normal. Na verdade vi o João, seu motorista passar por aqui quatro vezes.
   Meu pai foi para casa dormir, porque estava muito cansado.
No outro dia estava muito cansado pois não conseguir dormir naquele quarto e estava louco para que chegasse logo às 10h50min.
   Às 8 horas da manhã meu pai pegou a mala com dinheiro falso no banco, e armou o plano com Fátima e Dorisgleison.
  Quando deu 10h49min meu pai começou a andar em direção ao fundo da banca , a Fátima colocou câmeras e o Dorisgleison estava em cima da banca com uma arma.
  Exatamente como pediu, meu pai deixou a mala no local e em seguida pegou o trem das 11.
Fátima não sabia que Dorisgleison no plano e vice-versa. Com isso 15 minutos depois, Dorisgleison ver Fátima no fundo da banca, pegando a mala, e em seguida entrando na banca. Dorisgleison, esperto, a seguia até o porão da banca, que ninguém sabia que existia, nem mesmo eu que estava lá. Enquanto Fátima contava o dinheiro falso, Tio Silva me soltou e me levou para casa em segurança, Fátima me viu, saiu correndo, pois sabia que seu plano havia falhado, mas a polícia estava pronta e prendeu a vidente por sequestro.

   Eu estava com muita saudade do meu pai mas não o encontrei em casa após tudo que havia acontecido, Dorisgleison havia me levado pra casa e ficou lá comigo, no carro ele estava muito estranho, não dizia nada, em casa subi até o quarto do meu pai e não o achei, procurei em todos os cômodos e nem sequer sinal dele, desci até a sala e perguntei sobre meu pai a Dorisgleison, ele então pegou um tablet e mostrou um vídeo do meu pai preso por um cabo que estava preso a um colete que prendia os braços do meu pai e imobilizava seu pescoço, Silva me mandou sentar no sofá e me entregou uma serie de códigos e disse que se eu era o único que podia decodificar e que se eu o desse a chave para transferir todo o dinheiro do meu pai e suas ações na bolsa para uma conta na Suíça ele deixaria eu e meu pai vivermos, eu peguei os códigos e montei uma sequencia de segurança que meu pai havia ensinado, dei a ele dizendo que era a sequencia que queria então ele me levou até uma pick up, e por um dispositivo móvel ele enviou os códigos ao chegar ao aeroporto clandestino a policia federal estava lá já preparada para nos abortar, Dorisgleison foi preso, a polícia nos encontrou devido aos códigos e eu com ajuda de Hackers que jogam LOL comigo, encontrei meu pai e após tudo isso nos mudamos pra Miami, por que eu havia entrado para a lista das 10 crianças de São Paulo em risco de sequestro.

Acerola, tentativa de vingança- Anderson Silva e Angelo Enrico - 1º ano A

                                 
 Seu filho está em nosso poder. Se quiser o menino de volta siga as instruções: ponha 500 mil dólares numa mala preta e deixe atrás da banca de jornal da estação de trem às 10h50minh. Pegue o trem das 11 horas. Se ficar alguém vigiando a mala, o menino morre!    
Quando li esta carta, fiquei sem reação. Meu filho é a coisa mais preciosa da minha vida, não sei se conseguiria viver se algo de ruim acontecesse com ele. Como sou um ex-investigador de polícia, tenho amizade com vários policiais da ativa, então vou me reunir com eles, para resolver o que vamos fazer.  .
 Após fazer contato com os meus amigos policiais, marcamos um local e nos reunimos. Quando relatei o fato ocorrido, um dos meus amigos, o João Carlos, mais conhecido como J.C, falou que a dona da banca de jornal da estação de trem, era Fátima Zoraide, sua mãe, o que ajudou na formulação do plano de resgate do meu filho P.C. Júnior. 
 Com o plano de resgate pronto, partimos para a ação. Utilizamos vestimentas populares para dificultar que os bandidos nos identificassem, cercamos o local e ficamos escondidos. Exatamente às 10h50minh, horário marcado pelos bandidos, eu (Dorisgleison Silva) pai de P.C. Júnior(o menino que havia sido sequestrado), apareci na estação de trem com a maleta contendo o dinheiro pedido, coloquei-a no local marcado e sai. 
Após 20 minutos, dois homens mal encarados, foram em direção à maleta. Eles deram uma breve olhada ao redor, para ver se não havia ninguém vigiando-a, pegaram e saíram em direção ao trem. Lá estava Acerola (um grande traficante do Rio de Janeiro o qual eu havia matado o filho em uma operação no morro do Alemão). Ele estava segurando P.C. Júnior, este aparentava estar muito nervoso.
  Então a equipe entrou em ação. Cercamos o grupo dos bandidos e rendemo-os, porém, Acerola entrou rapidamente no trem e estava fugindo com P.C. Júnior, entretanto, nessa hora o coração de pai "falou" mais alto e eu sai correndo atrás do trem, pulei e consegui entrar. Lá dentro, encontrei Acerola sentado ao lado de P.C. Júnior e não perdi tempo, desferi um soco na cabeça dele, que desmaiou. Então peguei P.C. Júnior e sai correndo. Conseguimos sair do trem e quando achamos que estávamos fora de perigo, ouvi-se um tiro. Acerola atirou de dentro do trem em movimento e acertou P.C. Júnior no braço. Os policiais conseguiram prenderam Acerola e eu Levei P.C. Júnior rapidamente ao hospital, onde foi tratado e ficou bem. Depois que se recuperou, fomos embora do Rio de Janeiro, para morar em Nhecolândia, onde vivemos felizes até hoje.

O SEQUESTRO - Calila Mendonça 1ºC

O SEQUESTRO 
Já havia um tempo que eu estava investigando aquela quadrilha, todos os dias eles estavam na porta do colégio da filha do presidente e após a escola eles a seguiam até em casa com vários outros comparsas. Aqueles bandidos mal desconfiavam que eu estava os investigando. 
Eu sempre seguia uma mesma rota todos os dias para chegar a escola dela. Certo dia quando eu estava a caminho da escola, dois carros inteiramente pretos começaram a me seguir, eu logo percebi que havia algo de errado, pois aquela estrada não era movimentada e os carros estavam acelerando cada vez mais. Eles estavam cada vez mais próximos de mim, tinha certeza que havia algo de errado, então acelerei meu carro e tentei de todas as maneiras despista-los. Até que eles me alcançaram e depois disso não vi mais nada.
Acordei com uma tremenda dor de cabeça não sabia onde e porque estava ali, minhas mãos estavam algemadas, tinham retirado todas as ferramentas dos meus bolsos.
Estava extremamente cansado, tonto, com muita dor de cabeça e por ali dormi sem perceber. Quando acordei, os bandidos estavam lá, rindo da minha cara, me disseram que iriam trazer um presentinho para mim. Os bandidos saíram, e depois de umas 4 horas voltaram, e o pior de tudo, com a filha do presidente.
Eles a amarraram junto a mim, eu a acalmei e nós conversamos bastante, ela era uma graça de criança. Mas a todo momento que conversávamos eu estava pensando em um modo de nós tirar dali, até que lembrei da minha caneta laser explosiva, só precisaríamos esperar os bandidos saírem e nós deixarem sozinhos. Entretanto o inesperado aconteceu, a polícia nos encontrou muito antes que pensávamos. 
Fomos soltos pela polícia, os bandidos foram presos e eu virei guarda costa da filha do presidente.

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

POR TRÁS DAS CARTAS- Lígia Gonçalves 1º ano C 2013

POR TRÁS DAS CARTAS

                        Numa tarde de sexta-feira, tranquila, eu estava na minha adorável Banca de Jornal, deliciando-me com cinco caixas de chocolate da Cacau Show. De repente escutei um grito alto e sufocado nas imediações da estação do trem. Um minuto depois a notícia se espalhou por todo bairro.
                        Um menino de 12 anos chamado JUNIOR foi sequestrado e que por sinal era filho de um rico empresário. Ao saber dessa notícia, larguei minhas trufas, fechei a banca e fui para casa.
                        Ao chegar em casa, adiantei minhas cartas afim de saber um pouco mais do fato ocorrido,
Na esperança de receber uma boa recompensa em dinheiro, para reformar minha banca e comprar cestas de chocolate.
Logo que vi a primeira carta tomei um susto! Vi um menino em uma casa muito rica, evidenciando que os sequestradores não eram de baixa classe. Na segunda cata percebi que outra pessoa também estava investigando o caso. Um tal de DORISGLEISON. Me parecia uma boa pessoa, mas um passado não muito bom. Trabalhou como policial por dez anos, mas desistiu quando dois criminosos sequestraram e mataram sua mulher, o que o transformou em uma pessoa sem perspectiva.
                        No dia seguinte procurei esse tal de DORISGLEISON, expliquei o que o vi nas minhas cartas e estava disposta a ajudá-lo na investigação. Consegui reconhecer a casa onde foi colocada a criança, como também muitas outras pistas, mas resolvemos calar até o dia da troca.
                        No dia 11/08 ás 10h50min, foi colocada uma mala preta atrás de minha banca, como já previa, por um homem com semblante cansado. Depois de 10 minutos, o homem pegou o trem. Eu e DORISGLEISON já esperávamos tudo aquilo e, já tínhamos planejado com os policiais o que deveria ser feito naquele momento.
                        Ás 11h15min todos nós estávamos nos lugares pré determinados: eu na minha querida banca, fingindo que nada estava acontecendo, cinco policiais disfarçados de compradores de jornal e DORISGLEISON entre eles, um tanto entusiasmado. Pouco depois apareceram os dois sequestradores em um carro de luxo. Um ficou na frente do carro, parecendo ser o líder e o outro foi em direção a banca. Quando o homem pegou a mala dois policiais deram ordem de prisão e os outros três junto com DORISGLISON prende o líder e apreenderam o carro.
                        Os sequestradores foram levados para a delegacia e em seguida o pai foi comunicado das prisões e deveria comparecer a delegacia.
                        O empresário Sr. Paulo Costa reconheceu o líder o qual era um colega de trabalho com quem tivera algumas desavenças. Em seguida, eu e DORISGLEISON nos apresentamos e relatamos que sabíamos onde a criança estava. Saímos rapidamente em busca do local e o menino lá estava e graças a Deus estava tudo bem Ele e o pai se abraçaram e nos agradeceram por tudo.
                        Finalmente fomos recompensados com 500.000,00 dólares. Na realidade, eu e DORISGLEISON estamos tendo um relacionamento firme, usufruindo da grande recompensa.
                        Eu reformei minha banca, comprei cestas de trufas e meu DORI ficou assustado com o tanto de doces que eu como e a contradição de meu corpo está sempre em forma. Vale ressaltar que
ele passou a trabalhar como detetive particular e estamos vivendo muito felizes!




Sequestro - Daimar Stein - 1º C 2013

Sequestro

 Dia. 12 de Setembro, 1 hora e 40 da tarde. Eu sei, não parece ser o horário que uma história assim começa, e não seria, até que aquilo aconteceu. Sou um ex-investigador da polícia, um homem sem futuro e com uma morte em seu passado. Meu nome é silva. Dorisgleison Silva. Até ontem minha vida estaria como sempre foi, eu tentando viver normalmente, apagar o passado. Após visitar o túmulo da pessoa que me fez sair da polícia, fui ver uma amiga minha, Fátima Zoraide, também minha...vidente.
 Fátima ainda era uma bela mulher, de rosto, mas seu vício por doces acabou com seu corpo, fazendo-a ir de 55 kg para 150 kg. Após comprar um jornal na sua banquinha enquanto comia alguns doces decidi ver o meu futuro, com o qual fiquei surpreso por não ser nenhuma daquelas baboseiras normais, mas sim:
 - Uma morte superar.Vida,retomar.Crime, impedir. Tudo, repetir.
 Pensei que tinha tirado isso de alguma música antiga, e decidi ir embora, até ver algo estranho: um garoto que parecia ser um riquinho mimado, segurando seu iAlgumaCoisa sendo seguido por dois homens. Decidi segui-los de perto, até que o rapto aconteceu. Fui para cima e tentei salvá-lo, mas eles eram dois e muito mais fortes, enquanto eu estava sozinho e desarmado. Eles foram embora, mas ainda dei sorte por conseguir ver a placa do carro.
 Pedi ajuda de alguns ex-colegas da polícia e eles descobriram que o garoto era P.C. Júnior, filho do milionário P.C. Pinto. Esse moleque era um gênio da computação e da robótica. Tinha que resgatá-lo. Logo após o rastreamento do carro e de receber algum armamento soube que o futuro herdeiro da fábrica de... "eletrônicos" Pinto estava em um galpão, e para minha surpresa, ele realmente estava lá.
 - Bandidos iniciantes. - disse eu para mim mesmo.
 O problema era que havia muitos capangas armados por lá. Tive que pedir reforços e checar o armamento. Tinha uma metralhadora, algumas balas e uma granada de atordoamento. Tudo que precisava para acordar o Chuck Norris dentro de cada um. Os policiais, logo após chegarem já cercaram os capangas, e tudo o que precisei foi da granada.Enquanto eles estavam cegos entrei. Mas ao entrar vi alguém levar o garoto para um alçapão secreto. Tentei segui-los, mas não consegui. O bandido detonou explosivos e a passagem se fechou na minha frente.
Dia. 13 de setembro. 11 e meia da manhã. Estou ajudando a polícia e acho que consigo ter coragem para usar uma arma outra vez. Acho que finalmente superei aquela morte.Estava tudo correndo bem, até que o telefone tocou. Era o P.C. Pai. Tinha recebido uma mensagem estranha que sabia que era dos bandidos. Ao chegar lá vimos que a carta, feita com recortes de jornal dizia:
 - Seu filho está em nosso poder. Se quiser o menino de volta siga as instruções: ponha 500 mil dólares numa mala preta e deixe atrás da banca de jornal da estação de trem as 10h50. Pegue o trem das 11h. Se ficar alguém vigiando a mala, o menino MORRE.
 Decidimos criar um plano. Faríamos tudo que pediram, mas deixaríamos um atirador de prontidão bem escondido por ali. Até a hora marcada, tudo certo. Uma pessoa encapuzada apareceu e estava prestes a pegar a mala quando levou um tiro no joelho.
 - O nosso atirador deu certo. - disse eu.
Ao irmos ver quem era descobrimos que era apenas um garoto:
 - Desculpe, eu só fui mandado aqui para buscar essa mala, eu não raptei ninguém. Eles disseram que me dariam uma parte se eu viesse pegar.
 Fomos pegos numa armadilha. O moleque sequer sabia a identidade do seu contratador. Então deixamos ele ir com a mala e o seguimos, ou melhor, o segui. Quando chegou no local, vi a identidade do criminoso: era Fátima! Aquela roupa nunca deixaria alguém tão gorda assim... Estava prestes a entrar quando senti o cano de uma arma em minha nuca. Aquele moleque! Me enrolou quando entrou com a mala!
 - Acho que o bilhete dizia que não queria NINGUÉM vigiando a maleta. - disse o que eu acho que era um de seus capangas de confiança. - Pois  você sabe que se eu apertar esse botão do meu celular o garoto já era,  não sabe? Bom, não saberá mais. Adeus...
 Ele levou um tiro. O nosso atirador!
 - Acho que eu queria vir sozinho, não? - disse eu.
 - Bom, de nada, tá? - respondeu.
 - Tá, tá. Vou entrar. Me dê cobertura.
 Logo quando entrei ela já falou:
 - Você! Então que som de tiro foi aquele?
 - Reforço. - respondi.
 - Bom, acho que estou encurralada. Mas você não contava com isso. Adeus!
 Nesse momento ela matou o garoto. A ira foi tão grande naquele momento que não a perdoei. Fiquei sem balas da metralhadora quando acabei. Ao voltar para a sede da polícia tive que dar as más notícias. Parece que tenho mais uma morte no meu passado.
 - "Crime, impedir. Tudo, repetir.". Entendo. - murmurei eu.
Logo após isso fui embora. Tudo de novo. Continuo com a minha vida, com a minha rotina, ou pelo menos eu tento. Um homem. Mais uma morte em meu passado.
 Meu nome é Silva. Dorisgleison Silva.

As aventuras de PC Junior - João Alexandre Carvalho Santana - 1º ano A 2013

As aventuras de PC Junior
Eu PC Junior fui sequestrado na porta da minha escola na saída; Nunca tinha passado por uma experiência daquele tipo, parecia cena de filme, nesse dia eu sai mais cedo, pois não haveria a ultima aula fui logo saindo e meu pai ainda não tinha chegado, então sentei num banco da praça e lá fiquei jogando Subway Surfers.
De repente uma van preta paro na minha frente, e dela descem dois homens que andavam em minha direção, até então não entendia nada, mas um deles se aproximou e me pegou, quando tentei gritar o outro veio e me deu uma coronhada e eu desmaiei.
Quando acordei eu estava num porão amarrado, comecei a gritar, mas ninguém me ouvia, dois dos sequestradores estavam me vigiando e conversavam sobre o mandante do crime tal de Dorisgleidson Silva, perguntei o que esse tal de Dorigleid.. Queria comigo, eles falaram que ele só queria o dinheiro e também falaram que já haviam enviado a carta pedindo o resgate e disseram que se meus pais não pagassem eu iria morrer.
Enquanto isso lá em casa estavam todos apavorados minha mãe até foi na banca da vidente Fátima Zoraide para se consultar, meu pai ligou pra policia e explicou tudo pra eles, a policia falou que este foi o 5º caso de sequestro relâmpago na região, todo executados da mesma maneira e o principal suspeito era Doriglei... Um ex-investigador da policia que foi expulso por conta de distúrbios mentais que podiam classifica-lo como psicopatas, por isso foi expulso, sua presença na policia era perigosa para o policias, suspeitos e vitimas. 
Logo montaram um esquema pra me salvar do psicopata, meu pai iria colocar dólares verdadeiros por cima e encher de dólares falsos o resto da mala. As 10h50min a mala estava na estação de trem atrás da banca de jornal, haviam policias disfarçados por todo lugar, o Dorigleidson abriu a mala viu o dinheiro e tentou fugir e me levar junto. Quando a policia percebeu que eles iriam me levar os snipers foram avisados e atiraram nos capangas, Dori.. Quando viu seus comparsas caírem apontou uma arma na minha cabeça. E foi se afastando dos policias e se aproximando do trem . Por sorte o capitão Nascimento atirou na perna de Doriglei.... E ele caiu.
Com isso eu corri pro meus pais e Doriglei.. Pegou vinte anos de cadeia. Infelizmente o miserável se matou no primeiro dia de cana