quarta-feira, 30 de outubro de 2013

O caso de P. C. Júnior- Gabriel Cunha - 1º A

Meu nome é Dorisgleison Silva, eu sou um ex-detetive da polícia e vou contar aqui um dos casos mais interessantes que tive em minha vida de investigador.
Na manhã de domingo dia 11 de agosto de 1994 eu recebi um caso de um sequestro de um filho de um grande empresário chamado P.C. Aragão. O filho dele tinha sido sequestrado no dia anterior (10) e junto com a noticia do sequestro ele recebeu um bilhete escrito: “Seu filho está em nosso poder. Se quiser o menino de volta siga as instruções: ponha 500 mil dólares numa mala preta e deixe atrás da banca de jornal da estação de trem Às 10h50. Pegue o trem das 11h. Se ficar alguém vigiando a mala, o menino morre!”.
Eu tentei descobrir se o garoto tinha problemas com drogas ou alcoolismo, mas seu pai disse que ele era um bom garoto e que ele nunca havia ingerido álcool e nem se quer se drogado. Naquele momento eu tirei a conclusão que não havia nenhuma possibilidade de que o sequestro seria por dividas com a máfia local nem nada. Eu fiz muitas perguntas para o pai e a mãe e descobri que o garoto gostava de esportes, era muito estudioso, gostava de músicas clássicas e muitas outras coisas. Depois da longa conversa fui à escola do garoto conversei com muitos amigos e com alguns de seus professores descobri que ele era muito popular, tinha boas notas e era muito esportiva e por isso era capitão do time de futebol da escola. Tive uma conversa com seu melhor amigo e descobri que P.C. não gostava da maneira que seus pais o tratavam e que ele tinha muita vontade de morar sozinho e outros detalhes importantes como, por exemplo, ele gostava de músicas eletrônicas e que ele odiava a escola e outras coisas que contra diziam o que os pais de P.C. disseram.
Na segunda-feira dia 12 recebi a noticia que os pais da vitima iriam entregar o dinheiro que lhes foi pedido e eu corri para impedir, cheguei a tempo de impedir. Os pais estavam muito nervosos afirmavam querer o filho de volta o quanto antes, então os ajudei, mas pedi apenas mais um dia para que eu pegasse mais informações sobre P.C. e eles concederam. Eu fui até a banca de jornal descrita no bilhete e chegando lá vi uma senhora chamada Fátima Zoraide a dona da banca perguntei se ela conhecia o garoto e ela falou que ele passava pela banca todo dia e se encontrava com umas pessoas encapuzadas, e ele sempre pegava uma sacola com alguma coisa pesada que ela não sabe me dizer o que era, só que tinha um formato retangular e só. No entardecer eu fui pra casa e pensei em várias possibilidades do que possa está acontecendo por trás do caso de P.C. e a mais provável é a de que o garoto não mostra quem realmente é para seus pais e é envolvido com drogas e ficou devendo para traficantes e esses traficantes que ele está endividado o sequestraram para poder conseguir o dinheiro que P.C. os deve. Eu fiquei muito confuso com todas as várias prováveis solução para esse caso.
No dia seguinte fui para a casa dos pais e contei o que a Fátima tinha me contado e como seu melhor amigo o descreveu, mas logo rebateram, eles disseram que P.C. ajuda uma ONG de pessoas com câncer de pele e aquele homem é o presidente. Eu perguntei o por quê do capuz e eles me disseram que o presidente tem vergonha de mostrar sua pele e P.C. não gosta de mostrar aos seus amigos quem ele verdadeiramente é por ter medo de ser rejeitado. Eu estranhei mas decidi que o melhor era montar um plano para podermos recuperar P.C. e fazer com que eles não percam tanto dinheiro. Fui para a delegacia para montar o plano e ter ajuda com especialistas, após muito tempo o plano estava pronto esperamos o outro dia para podermos bota em prática.

Começamos o dia já armando tudo botamos atiradores de elite em três prédios em pontos estratégicos e um policial disfarçado na banca de jornal da vidente Zoraide. O pai da vitima fez exatamente o que dizia o bilhete e esperamos das 11 da manhã até às 8 da noite nessa hora um homem encapuzado saiu de um beco e pegou a mala e foi andando, depois entrou em um carro, nós o perseguimos para poder descobrir onde ele mantém o P.C. . Ele foi até uma fábrica abandonada na parte periférica da cidade. Esperamos que ele saísse do carro para aborda-lo quando ele saiu saímos e rapidamente o abordamos até ai o plano estava indo muito bem até que deixamos o encapuzado escapar, ele entrou na fábrica e gritou: “Matem o moleque, tem homi lá fora”. Só ouvimos o barulho do tiro entramos rápido rendemos os bandidos e vimos o garoto agonizando chamamos a ambulância, mas quando ela chegou era tarde, foi a pior coisa que podia acontecer com um detetive como eu, ver aquela dor nos olhos do garoto foi muito triste e depois ter que dar a má noticia aos pais que seu filho foi morto e foi morto pela pessoa que ele tentava fazer bem que era o presidente da instituição que ele ajudava foi muito ruim e por isso me aposentei e agora sou apenas uma pessoa normal com uma grande decepção em sua vida e vivo sonhando com a visão do garoto e seus olhos cheio de dor.

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