sexta-feira, 27 de julho de 2012

Sexta-Feira 13-Rodrigo Hafner, Lucas Pimenta e George Magno 1ºA

Rodrigo Hafner, Lucas Pimenta e George Magno 1ºA



  Deveria ser uma sexta feira 13 normal, acordei, tomei café da manhã, estudei e fui para a escola e depois da escola...

      Ao chegar, às 18:00 ,na aula de redação, a professora Luciana nos pediu para fazer um texto cujo tema era Sexta-feira 13.

      Eu, Lucas Pimenta e George, resolvemos fazer um texto relacionado a um apocalipse Zumbi, porém não sabíamos como começar, até que eu falei:

                  - Vamos fazer um texto relacionado a um dia normal, ou seja, uma sexta-feira 13 qualquer, como hoje, até que depois de nosso texto, ao sairmos da escola, tudo começa a virar realidade, e teríamos que consertar esse problema lendo o final do texto.

George e Lucas falaram:

            -Que legal, genial.

            Comecei o texto, e depois de 50 minutos estava pronto. Ao acabarmos o texto fomos para nossas casas. Ao chegar em casa, meu pais estavam estranhos, com muita fome e comendo carne crua,e ao ver isso logo pensei no texto que eu tinha escrito. Tudo estava virando realidade. Com isso liguei para George e Lucas e os coloquei na mesma linha.

         -George?

          -Oi

          -Lucas?

          - Oi

                -Está acontecendo algo estranho, meus pais viraram zumbis e eu acho que o nosso texto ta virando realidade.

               George falou:

              -É verdade, os meus pais estão assim também e todos os vizinhos.

               Lucas falou:

               -Os meus pais e meus vizinhos estão assim também

            Quando eles acabaram de falar isso, olhei pela janela e avistei todos os meus vizinhos olhando para mim comendo os seus animais de estimação e carne crua de congelador, então falei:

                -Vamos sair das nossas casas o mais rápido possível, ou nós seremos a sua próxima comida. Vamos nos encontrar na escola em 15 minutos.

    Depois de 15 minutos nos encontramos na escola para pegar o livro, mas tinha um probleminha, a escola estava trancada. Ao olharmos para cima vimos uma janela aberta e resolvemos escalar a parede e entrar por ali.

    Quando entramos na escola estávamos no 3º andar, então para pegarmos o livro tínhamos que descer até o primeiro andar. Parecia fácil descer os andares, mas descer em um lugar escuro, acontecendo um apocalipse Zumbi, não era.

A descida estava indo bem, até que ouvimos um barulho desde o começo, olhamos para todos os lados, mas não havia nada, até que resolvemos olhar para cima e nos demos de cara com um terrível zumbi com a boca toda ensanguentada, então nós corremos. Por sorte, tinha levado minha arma de paintball e consegui dar alguns tiros certeiros em seu olho, rosto, estômago e em suas partes íntimas.

Pronto, chegamos ao armário da diretora e pegamos o livro. De acordo com o final do livro nos tínhamos que matar o zumbi Alfa, então nos perguntamos, quem é o alfa?

Então eu falei:

-O líder da nossa cidade

George e Lucas:

-Quem?

Eu falei:

-O prefeito.

Lucas falou:   

-Como vamos acha-lo?

Eu falei:

-Ai é que está o problema.

Decidimos ir às ruas da cidade a procurá-lo, mas tinha outro problema, nós éramos presas, então nos tínhamos que ir disfarçados de zumbi para nos juntarmos e o seguirmos para descobrir onde o prefeito estava.

Depois de uma longa caminhada como os zumbis chegamos ao nosso destino: a casa do prefeito.

George falou:

-Como vamos entrar lá? Têm dois zumbis de guarda e eles vão descobrir que nós somos uma farsa.

Eu falei:

-Já sei, vocês os distraem e eu rapidamente vou por trás e dou uma pedrada nas suas cabeças, isso não vai matá-los, mas irá deixa-los inconsciente por algum tempo.

George e Lucas:        

-OK.

Depois desse belo plano conseguimos adentrar na casa e tentar matá-lo com uma estaca de madeira no coração, segundo o texto.

 A casa estava silenciosa e quieta, causando um desconforto na gente, mas mesmo assim o procuramos, pois a humanidade precisava de nós.

Estava perto, senti um forte cheiro de sangue na última porta do corredor e sabia que ele estava ali, se alimentando ou dormindo. Quando nos aproximamos da porta, olhamos pela fechadura, para ver se ele estava ali mesmo, e realmente era ele, e estava dormindo tranquilamente.

Entramos no quarto bem devagar, a um passo de cravar com uma estaca de madeira no seu coração, olhei mais perto e descobrir que não era ele, aquilo era uma armadilha, e infelizmente descobrimos tarde de mais, e logo fomos arremessados na parede diversas vezes, em umas das batidas eu bati a cabeça e fiquei inconsciente. George e Lucas foram pegos e eu fui dado como morto.

O zumbi os pegou e amarraram os seus pés e mãos em uma mesa de Madeira, de um modo em que eles ficassem estirados sobre ela e assim come-los vivos.

O zumbi falou:          

-Vocês acharam que seria fácil me matar? Eu sou um Deus e vocês são apenas crianças fracas e inúteis, já matei seu amigo agora vou matar vocês, e depois comê-los, adoro carne fresca. Quando estava quase os abocanhando, eu surgi e cravei a estaca de madeira em seu coração e falei:

-Quem é o inútil agora? Mané!

Então, o zumbi morreu e a humanidade foi salva pelos três guerreiros Rodrigo, Lucas e George e tudo voltou ao normal.



A Maldição - Amanda Jones e Andressa Jovita -1ºB

Amanda Jones e Andressa Jovita -1ºB


Desde pequena coisas estranhas aconteciam comigo, eu sempre me sentia perseguida; meu quarto pegou fogo três vezes e em todas às vezes uma mesma foto minha ficou inteira, como se nada tivesse acontecido; eu era a última a ir embora do transporte escola e uma vez, quando estava sozinha no carro, ele pegou fogo do nada. Meus pais eram muito religiosos e devido a esses fatos, me levaram ao pastor da nossa igreja, para ver se havia algo que pudesse ser feito pra que essas coisas parassem de acontecer, porém ele acabou me proibindo de entrar lá novamente, pois, segundo ele, um demônio me perseguia.

   Imagine só, uma criança vivendo com medo de um demônio, eu quase enlouqueci, porém, com o passar do tempo, minha vida foi se normalizando, me casei e tive um filho. Com isso, me mudei para um pequeno distrito no interior do Mato Grosso do Sul. Fui morar num sítio afastado, onde não tínhamos vizinhos.

   A nova casa parecia normal, porém, ao me mudar, fatos estranhos voltaram a acontecer. No segundo dia na casa, ao acordarmos, todas as portas e janelas da casa estavam abertas, porém, tínhamos certeza que havíamos fechado tudo à noite.

   Na noite seguinte levantei, durante a noite para pegar um copo d'água na cozinha, e ouvi uma espécie de uivo, vi alguns vultos me cercando dentro e fora de casa, então corri para o quarto e falei desesperada ao meu marido:

  - Acorda, acorda Rodolfo, há algo estranho nessa casa, vamos embora?!

  - Calma! O que está acontecendo?

  - Não sei, mas eu não fico mais nem um minuto aqui, eu vi vultos na cozinha agora!

  - Calma, calma, amanhã podemos tentar trazer uma rezadeira aqui e se não resolver, te prometo que vamos embora.

   A rezadeira veio, fez uma espécie de ritual na casa. Nossos problemas sumiram por aproximadamente um mês, eu já estava mais tranquila na casa, e até me adaptando a nova cidade.

   Até que em uma noite, acordei passando um pouco mal, e fui até a cozinha pegar um remédio, de repente nosso cachorro começou a latir muito, fui até a janela e não vi nada no jardim, meu marido acordou, e foi ver o que aconteceu:

  - O que o cachorro tem?

  - Não sei, começou a latir do nada!

  - Vou lá fora ver.

   Ele saiu e de repente gritou:

  -O cachorro está desmaiado, ligue para o veterinário e avise que estou indo levar ele lá agora, você fica aqui com nosso filho que eu já volto. Ah... E feche a casa toda.

   Fiz tudo que ele disse e subi para me deitei no meu quarto, mas meu filho começou a chorar, fui até o seu quarto, ele estava bem, então desci para buscar um pouco de água para ele. Mas, quando entrei na cozinha, de repente todas as portas se abriram; as dos armários, a da geladeira a do quintal, e começou uma ventania. Tentei correr até o quarto do meu filho, mas algo me puxou pelo meu pé, eu não conseguia enxergar o que era, eu chutava e nada, chutei até que conseguir me soltar, corri até o quarto, mas a porta não abria, e quando conseguir abrir, já era tarde meu filho não estava lá, o que tinha era muito fogo, havia começado um incêndio. Entrei em desespero e chamei a policia, os bombeiros e liguei para meu marido, mas ele não atendia. A policia veio, mas não resolveu nada.

   Meu marido não voltou, nem no dia seguinte, nem na semana seguinte, nem no mês seguinte, minha vida tinha virado um inferno, a investigação da policia não tinha dado em nada, nem noticias do meu filho nem do meu marido. Comecei a entrar em depressão, até que eu mesma resolvi investigar o que havia acontecido.

   Comecei pela primeira casa que morei, procurei investigadores envolvidos com magia, procurei casas espiritas, terreiros. Acabei descobrindo que o pastor tinha razão sobre o que me dissera há anos atrás, havia realmente um demônio me perseguindo. Segundo o que eu descobri, um antepassado distante havia assumido uma dívida com esse demônio de que para poupar a vida da sua filha naquele momento, ele teria o direito à vida do primeiro menino que nascesse na minha família, o meu filho. E isso acontecia desde que eu era pequena, pois estava predestinada.

  -Não pode ser, meu filho, apenas uma criança... Ele precisa de mim, ele não pode morrer. Isso é mentira, tem que ser.

   Eu não podia acreditar nisso, era surreal, então o mesmo monge que me o porquê disso tudo, me disse como me livrar do demônio.

  - Eu faço o que for preciso, só preciso manter aqueles que amo em segurança.

   Eu fui orientada por ele a procurar um castelo na floresta de Culturama, na suposta residência do Diabo na Terra, lá, eu deveria procurar o quarto mais alto onde imploraria pela vida do meu filho, no lugar da minha e a partir daí, meu destino estaria nas mãos no demônio.

  Foi exatamente o que eu fiz. Ao chegar lá, mal pude acreditar, era realmente tudo verdade.

  -Por favor, tenha Piedade, eu preciso do meu filho vivo e por ele, estou disposta e tudo.

  -Hum... Veja só, eu gosto de pessoas audaciosas e por isso, lhe darei uma chance, vamos jogar um jogo, se você vencer você e seu filho vivem, se perder os dois morrem.

  -Ok.

   Então, eu fui mandada a uma espécie de labirinto, onde havia vários obstáculos no caminho. É como se fantasmas estivessem me seguindo, teve uma hora, em que o chão se abriu na minha frente. Era desesperador, mas tudo pelo meu filho.

    Até que num momento, senti algo me puxando pelo pé, algo que me arrastou até um buraco, eu caí, senti meu peito arder, minha cabeça parecia que ia explodir. De repente, eu me vi num lago, um ligar tão calmo. Mas senti algo estranho, como se eu estivesse diferente, então, o demônio apareceu de novo e me disse:

  - Como esperado, eu ganhei e você agora está morta, porém, depois não quero ouvir por ai que sou ruim. Então, pouparei o seu filho, mas, para isso, você terá que continuar vagando pela Terra, aterrorizando as pessoas.

   E assim eu fiz, meu filho hoje continua vivo, mesmo sem mim, mas ele está em seguro com a minha família. Apesar do fardo, dessa minha “vida” miserável de agora.






Sexta-feira 13 - Bárbara Cristo e Katlyn Maria 1ºD

Bárbara Cristo e Katlyn Maria 1ºD


      Era sexta-feira 13, quando três garotas se encontram para fazer uma festa do pijama na casa de uma delas, uma casa muito grande e antiga. Era uma noite fria, chuvosa e cheia de relâmpagos.

     Bia a dona da casa aproveitou que seus pais foram ao teatro, para curtir a festa do pijama com suas amigas Keith e Ruth. Depois de terem assistido um filme de terror assustador no quarto, foram para cozinha lanchar. Quando de repente, falta energia na casa, e elas começam a gritar, ao mesmo tempo, a gata preta de Bia chamada Ninfa, pulou a janela da cozinha, e correndo, passou pelas pernas de Keith e depois de Ruth, subindo as escadas da casa indo em direção ao quarto de Bia. E mais uma vez, dão aquele grito de medo. Logo em seguida a campainha toca, e as garotas se assustam novamente. Mas era apenas o entregador de pizzas que havia chegado.

      Bia encontrou uma lanterna na gaveta da cozinha, onde sua mãe costuma guardar, e foram as três grudadinhas umas nas outras, receber a pizza. Neste instante a mãe de Bia tenta ligar para casa, para saber se estava tudo bem, mas o telefone era sem fio e estava descarregado por falta de energia. E o celular de Bia estava sem serviço, naquele momento. Os pais de Bia ficaram muito preocupados e resolveram retornar para casa, logo que ao final da peça.

      Chegando a casa, a energia já havia retornado. Os pais de Bia ficaram assustados ao verem na varanda marcas de pegadas. Ao entrarem em casa viram o chão cheio de sangue desde a cozinha até os degraus da escada aonde vai para os quartos. Quando chegam ao quarto de Bia, os lençóis estavam todos sujos de sangue. A mãe ficou muito nervosa, pois não encontrou as meninas no quarto. E seu pai pensa imediatamente em telefonar para polícia. Quando o casal apavorado resolve ir para o seu próprio quarto, encontram as três dormindo feito anjo.

      Depois, descobriram que as marcas de pegadas na varanda, eram do entregador de pizzas, pois estava chovendo muito no momento da entrega e os seus sapatos estavam cheios de lama. O sangue que estava pela casa, desde a cozinha até o quarto, havia sido do morcego que a Ninfa matara, sujando toda casa. Os lençóis sujos eram de ketchup, pois havia caído na cama, enquanto as meninas estavam comendo e assistindo outro filme, mas este era uma comédia, afinal depois de tantos sustos não conseguiram, mas ver os filmes de terror. E como o quarto de Bia estava muito sujo de sangue e ketchup, foram dormir no quarto de seus pais, que ao final de toda confusão ficaram tranquilos e foram dormir também.

Sexta-feira 13- Junnia Sant'Anna e Maria Luzia Cabral 1ºB

Junnia Sant'Anna e Maria Luzia Cabral 1ºB

       Era uma noite de sexta-feira, mas não uma sexta-feira qualquer, é aquela de se arrepiar. De suspirar, de gritar e se amedrontar, era uma noite de sexta-feira 13.

        Chuck era um menino de 17 anos, e naquela noite estaria completando o seu 18º aniversário. Sua família era de uma linhagem muito antiga dos fundadores da cidade da Transilvânia e, eles moravam em um castelo considerado o ponto de horrores da cidade e a sua família era tachada como seres enviados pelo demônio.

       Bem vocês devem estar se perguntando como e que eu sei tanto dessa família, digamos que eu sou o Chuck e hoje é o meu aniversário, e também é o dia em que as coisas mudaram.

       Hoje quando eu acordei, não era o mesmo de ontem, nem o mesmo de anteontem, e muito menos o mesmo da semana passada, eu acordei com um tipo de desejo uma vontade ou necessidade de algo que eu não fazia idéia do que era, mas eu cobiçava algo.   

      Eu me arrumei e fui tomar café para ir ao colégio, e na descida para a cozinha me deparei com toda a minha família me esperando com presentes e uma mesa toda posta com o café da manhã. Recebi ótimos presentes de quase todos, menos do “mala” do meu pai que me deu um diário da família, coisa de velho né? Talvez querendo que o filho assuma certas responsabilidades que eu não queria assumir, eu queria mesmo era parecer normal mesmo com uma família que parecia a família Adams.

      Mas o meu pai não me deu um sermão sobre a vida, na verdade, ele apenas sorriu e me deu um abraço como se parecesse orgulhoso, e eu o retribui com o mesmo sorriso para ele não pensar que eu teria gostado do presente dado.

    No caminho para a escola encontrei o meu amigo Toby e ele curioso como sempre perguntou o que tinha na caixa, logo me lembrei do péssimo presente do meu pai.Era um livro feio e amarelado onde na capa se tinha a foto do fundador da cidade que no caso era o meu ta-ta-ta-ta-ta-ta-ta-ravô,FranksneyFrankistaen e em baixo da foto tinha o numero 1273. Na segunda pagina se tinha a foto de uma mulher OldineyaFrankistaen e em baixo o numero 1100, e folheando as páginas eu sempre encontrava os mesmos números e nomes estranhos o que me levou a certa curiosidade.

    Já na escola durante aula de laboratório tendo a menina, mas bonita da classe como parceira, ela pela primeira vez falou comigo sobre um assunto diferente do da aula:

     -Oi! Hoje é seu aniversário, não é?!

    -Oi, é sim.

    - Eu sou a Elise!

    - É eu sei quem você é.

    -E você esta bem? Estou te achando meio estranho, talvez chateado.

    - Não eu estou bem, só um pouco intrigado com um presente que meu pai me deu.

    -E o que foi que ele te deu de aniversário?

    -Um diário de família.

    -Nossa que chato.

   - Eu sei, mas é um diário meio estranho por que tem uns números diferentes embaixo das fotos dos meus parentes...

   - E você por acaso sabe o que eles significam?

   - Eu não faço nem ideia...

   - Ui que legal! Um pouco de mistério na sua vida! Será que eu poderia te ajudar? Juro que eu ajudo mesmo...

   - Se você não tiver nada mais para fazer, seria muito boa a sua ajuda, até porque nós nunca tivemos uma conversa pessoal e muito menos intimidade.

   - Mas eu quero ajudar! E assim podemos nos conhecer mais! Que tal?

   - É uma ótima ideia!

    Mais tarde depois do colégio eles foram folhear o diário na casa de Chuck para também poderem pesquisar na biblioteca de casa, onde teria muito mais informações.

    - Uau! Como é grande a sua casa! E essa biblioteca é imensa e cheia de livros! Com certeza iremos encontrar alguma coisa por aqui!

    E de repente eu comecei a gritar e a gemer no chão de dor. Tudo imprevisível, e por um momento os meus olhos ficaram vermelhos, minhas mãos viraram garras, o meu corpo se encheu de pêlos. Muito assustada com o que estava acontecendo comigo, Elise começou a jogar os livros em cima de mim e tudo o que ela via pela frente, de cadeiras a abajures e aos poucos eu fui voltando ao meu estado normal. Nós dois muito assustados e sem entender nada começamos a revirar toda a biblioteca à procura de respostas, do motivo da minha transformação em um lobisomem.

   Logo no dia de hoje em que eu completava 18 anos, no dia em que o meu pai me deu um diário super estranho de família, no dia em que a garota dos meus sonhos resolve ser legal comigo, logo hoje, que era lua cheia. Percebi um barulho de porta se abrindo, deveria ser a minha mãe chegando da rua, deixei Elise na biblioteca e fui conversar com ela. Levei o diário e a enchi de perguntas e a única coisa que ela disse foi “Mande a menina para casa”. E foi o que eu fiz, dispensei a minha garota para descobrir o que tinha de errado comigo.

    Tive que esperar pelo meu pai ainda para enfim começar a conversa:

    - Filho, já está na hora de você saber a verdade sobre a nossa família.

    - E o que eu vou descobrir agora? Que cada membro da minha família é um bicho diferente? Eu acabei de virar um LOBISOMEM!

    - E isso é magnífico meu filho! É o meu gene que corre em suas veias! Eu sou assim, seu avô e toda a nossa família!

    - E o que eu vou fazer agora? Matar pessoas?

    - Ora filho, logo você não vai se importar com isso! É uma necessidade nossa!

    - Não! Eu não quero isso! Eu não preciso disso!

    - Precisa sim se quiser sobreviver, e hoje mesmo estamos preparando uma ceia especial pra você meu filho, como seu ritual de iniciação.

    Não queria nada disso, na verdade, qual era o propósito disso? Viver matando as pessoas? Descobrir a verdade não foi meu melhor momento, matar... E o que me espera hoje à noite?

    Fiquei trancado no meu quarto o resto da tarde toda, pesquisando e lendo o diário. Descobri que aqueles nomes embaixo dos retratos dos meus parentes eram o número de pessoas que eles mataram, as milhares vidas que eles tiraram ainda tem a cara de pau de publicar essa barbaridade. Mais tarde minha mãe bateu na minha porta, mandou eu me arrumar que a gente ia sair.

   Chegamos ao meio da praça municipal, a lua estava bem no topo da fonte e os meus parentes começaram a rodeá-la formando um circulo bem grande onde eu ficava no centro. Senti a lua brilhar mais ainda, senti uma força que já queria sair de mim há muito tempo saindo sem hesitar. Meu pai começou a proclamar algo sobre assumir seu destino, viver o que nasceu pra viver e isso foi me fortalecendo mais e mais até chegar ao momento da minha transformação, a sede que eu sentia não era normal, a vontade de matar corroía em mim, e naquele momento eu soube que não daria para fazer nada além de fazer o que eu fui criado.

    Primeira vitima, quem poderia ser? Ah! Todo mundo! Ninguém pode escapar do que eu sou agora, pode ser qualquer uma, mas eu ainda irei respeitar a Elise, nessa paixão que não pode ser concebida eu só rezo para que ela fique bem e encontre a felicidade, pois a minha já estou vivendo.

Hoje no dia que te conto essa historia pretendo completar a minha milésima morte, e eu estou muito feliz! Matando para viver, matando para se divertir, mas o ponto é, eu sou o que sou e isso não muda, assustar e esquartejar agora é a minha vida. Mas você ainda deve estar confuso do porque de eu estar contando isso pra você, o motivo e que eu já tenho uma vitima pra essa comemoração então cuidado quem sabe não é você?!


Sexta-feira 13-João Gabriel Faria 1ºB

João Gabriel Faria 1ºB


Era uma silenciosa  tarde de outono, quando que por um súbito  as folhas das secas árvores de uma rigorosa ventania ,começaram a movimentar-se excessivamente ,causando em mim um terror intenso. As portas da velha casa batiam infestadas de musgos ,ouvia-se a orquestra de lobos que habitavam aquele pequeno vilarejo ,no meio da quieta floresta, gritei:

-Quem por aí está?!-sem retorno, tornei a gritar:

-Olhe, estou armado, e não tenho medo de executar ninguém. Fui embora com todos os meus aparatos nas costas e com o medo preso na garganta.

No dia que se seguiu não me contive em voltar ao local da macabra cena, era uma sexta-feira13.Portanto não fui desacompanhado, levei comigo mais três corajosos amigos, que presenciaram a mesma cena do dia antecedente, porém com mais detalhes .Estranhas luzes se mexiam pelo céu como se fosse um  grande súbito, nos separamos para encontrarmos pistas, quando Joseph e Drake exclamaram:

-Cuidado com os gatos pretos soltos por ai.-Eu retruquei:

-Gatos pretos?! Deixem de superstições seus loucos!-E foi daí nos separamos em duplas, eles foram para o lado oeste e eu subi a colina ao leste com o Jeff.

Era uma íngreme escalada, o terror nos consumia, a espreita de algum ser desconhecido. O coração palpitava, não demos uma única palavra durante a subida, nossas mochilas pesadas nos cansavam e o vento forte batia como navalha .Sobre o nosso cansado corpo, tomei coragem para falar:

-E agora, o que fazemos?!,Já são quase meia-noite, não tem mais sinal no celular ,e não temos como entrar em contato com os rapazes. Antes que Jeff me respondesse os ruivos dos lobos foram se aproximando cada vez mais, chegando tão perto que podíamos ouvir seus passos.

Amanheceu, o sol rachava nossas peles , perdidos no meio do mato, que na imensidão das árvores o medo e o terror abalava os nossos corações, falei para Jeff:    

-E agora ?o que faremos? Para onde vamos!-Jeff respondeu:

-Acho uma pedra e veja para onde os musgos apontam, e partiremos com coragem atrás do nosso foco, que é desvendar este mistério que cerca esta floresta a vários anos, e nos sairemos daqui só depois deste feito.

Depois de horas caminhamos na mata fechada, reencontramos os dois amigos ,que havíamos separados na noite passada .Eles pareciam aterrorizados com o que encontraram ao longo da noite, e começaram as nos contar:

-As luzes reaparecerem abrindo todo o céu em meio as árvores num ritmo de uma música de filme de terror .E o esperado aconteceu, gatos pretos com olhos esbugalhados e vermelhos voaram sobre nós, atrás dele ouvimos um som de uma serra-elétrica e  não esperamos para ver quem era, corremos loucamente entre as trilhas da floresta procurando um seguro abrigo.

O clima de aflição e tensão reinava naquela mata, a todo instante os calafrios tomava conta de todos nós. Perdíamo-nos na imensidão das secas folhas, tentamos sinal do celular e não conseguimos, e continuamos incomunicáveis com outras pessoas.

De repente, apareceu na nossa frente um homem que m uma manuseava um serra-elétrica cercado de gatos pretos .O filme da minha vida passava por minha cabeça, não tive nenhuma reação ao ver aquela coisa tão assombrosa na minha frente.

Presenciei a morte de todos os meus amigos, primeiro eram enforcados e depois tirado os seus pescoços fora. Quando chegou minha hora, o monstruoso homem começou a dar uma crise de epilepsia ,os gatos pretos ,num coro harmonioso começaram a miar forte.

O homem morreu ,e os gatos pretos começaram a adentrar na mata fechada .Corri até conseguir encontrar a policia sobrevoando a floresta e comecei a acenar para o helicóptero.

Sexta-feira 13-Marcela Lins e Thalita Menezes -1ºA

Marcela Lins e Thalita Menezes -1ºA


Já estava escurecendo e a chuva não passava, quando eu e meus amigos decidiram ir na casa fantasma que tinha no Magic Kingdom. Não havia fila nenhuma, o que era estranho para um brinquedo da Disney. Eu e Thalita fomos as primeiras a entrar no brinquedo e os outros entraram logo em seguida. Era um corredor escuro, cheio de quadros de pessoas mortas, muitos zumbidos e pedaços de aços no chão.

   Tudo estava parecendo ocorrer bem, quando de repente os nossos carinhos param e uma voz que aparentava ser do monitor brinquedo dizia “saiam do carrinho e sigam até a porta de saída”. Eu e Thalita berramos involuntariamente:

--- Dudu, Bruno, Stallen cadê vocês ????

   Uma voz que aparentava ser de Bruno, respondeu:

--- Estamos aqui!!!! – Ele e os meninos se aproximam rapidamente de nós.

    Thalita diz:

--- Vamos gente, temos que sair lodo daqui!

    Naquele momento a adrenalina nos invadiu, afinal estávamos sozinhos naquele brinquedo quebrado. Fomos andando em busca da porta de saída e foi então que entramos em um lugar estranho, cheio de neblina, frio e com vários túmulos. Naquele momento estávamos com uma leve impressão que íamos morrer; quando de repente BUUUUUM!!!!!!! e um homem de aparência pálida, com cortes no rosto, de uma perna só, pele rugosa, com roupa rasgada, braços com o osso para fora e com uma faca na mão nos atacou e falou:

--- Escolheram o dia errado para vir neste brinquedo! HAHAHAHA

    Nós olhamos para ele e saímos correndo pelo brinquedo a procura da saída. E quando parecia estar no fim, ele mal tinha começado. Entramos em uma sala, que aparentava ser uma câmera frigorífica onde tinha várias gavetas juntas e foi quando uma delas abri e nós curiosos fomos ver o que era, e quando chegamos perto vimos uma mulher morta, com cabelo loiro, vestido branco, ensanguentado, sem braços e foi quando ela soltou da maca e virou a cabeça, nós horrorizados de medo fomos em direção a uma escada e descemos, foi quando nos deparamos a uma sala onde estava acontecendo uma festa mas não era uma festa comum e sim uma festa de fantasmas. Um dos fantasmas nos chamou para dançar:

--- Venham crianças, não tenham medo! Aproveitem e comam! HAHAHA

    Nós passamos pela mesa de comida mas não comemos nada, pois a comida era nojenta, estragada, tinha vermes no arroz, barata na carne, rato frito, mofo no pão, frango cru e sangue para beber. Depois desta nojeira, saímos de fininho com ânsia de vomito e passamos pelo corredor cheio de espelhos e cada vez que passávamos pelos espelhos aparecia um fantasma atrás de nós.

   Não aguentávamos mais aquele lugar, já estávamos cansados daquilo tudo; nós encontramos com outros grupos de amigos e eles estavam tremendo de medo e já havia uma amiga nossa que tinha desmaiado, estávamos todos em um canto encolhidos, tínhamos desistido de procuras a saída; foi quando apareceu um rapaz que parecia ser “normal” e nos pediu desculpas e nos levou até onde parecia ser a porta de saída, quando chegamos haviam várias pessoas olhando e rindo para nós, não tínhamos ideia do que estava acontecendo, foi quando Tânia nossa guia disse que pegamos o dia errado do brinquedo, que aquele dia era o dia do “terror”, ou seja, tudo no brinquedo ganhava vida, nós sentimos um alivio imenso de saber que tudo ali não era real, aquele dia foi o dia mais pavoroso de todos os outros.

“A CAIXA DO TERROR”-Camila Costa e Betriz Vieira 1ºB

Camila Costa e Betriz Vieira 1ºB

Era uma noite de sexta-feira 13, eu estava com o meu grupo de estudo no andar subterrâneo da faculdade, o lugar era realmente assustador. Mal iluminado, úmido, silencioso, continha diversas estantes repletas de livros e caixas. Estávamos sentados numa mesa em um dos cantos da sala, fazendo uma pesquisa sobre objetos antigos encontrados. A mesa estava cheia de caixas contendo os objetos de estudo.

 Ao vasculhar uma das caixas, encontrei uma luva de metal. Sendo assim, chamei os meus três colegas.

 -Damon, Mark, Aria, venham ver o que encontrei!

 -O que foi JJ?- disse Damon.

 -Eu encontrei uma luva que provavelmente tenha sido usada em alguma batalha do século XV.

 -Hum, interessante.- disse Mark, já colocando-a no braço.

 -Olhem, há outra coisa na caixa.

 -Parece uma espécie de mapa...- disse Aria

 Eu comecei a desenrolar o papel e percebi que não só se tratava de um mapa, mas também de um mapa da nossa faculdade. Sentamos para interpretá-lo e percebemos que o local aonde o mapa nos levava era no andar onde estávamos, mais precisamente no fim do corredor de estantes. Começamos a seguir o caminho indicado no mapa e nos deparamos com uma parede úmida e mofada, não era nada demais. Mas, ao olharmos no mapa vimos que havia um cômodo atrás da parede.

 -E agora?

 -Pode deixar comigo.- disse Damon

 Ele deu um passo para trás, deu impulso e chutou a parede quebrando-a.

 -Damon, você quebrou a parede! Você tem noção do que isso pode nos causar?

 -Calma JJ, a parede já estava praticamente quebrada... eu só dei um empurrãozinho.- respondeu Damon dando gargalhadas.

 A parede da sala que encontramos estava completamente destruída, possibilitando assim vermos  o seu interior. Este era escuro, frio, molhado e no seu centro havia uma caixa de metal. Entramos de maneira silenciosa na sala com receio do que poderíamos encontrar. Com todo cuidado e esforço pegamos a caixa e a transferimos para a sala que estávamos anteriormente.

 -E agora? O que fazemos com ela?- perguntou Aria

 -Vamos abri-la, é obvio.- respondeu Mark

 -É claro que não podemos abri-la... não sabemos a quem pertence, nem sabemos o que tem dentro dela.

 -Me poupe JJ, não vai acontecer nada se abrirmos a caixa... ou você acha que quando abrirmos vai sair um monstro sedento por sangue de dentro?- disse Mark as gargalhadas.

 -Muito engraçado Mark, mas você sabe que não era a isso que eu me referia.

 -Se não é disso que você tem medo, então é de que?-perguntou Mark

 -Não se faça de bobo...

 -Deixem de blá blá blá e vamos logo ver o que tem dentro dessa caixa.- disse Damon

 Logo mais peguei a caixa e comecei a examina-la tentando descobrir um modo de abri-la. Percebi que a parte superior da caixa continha uma espécie de encaixe, e que só era possível abri-la através de um objeto que tivesse esse formato. Ficamos horas tentando imaginar um objeto que possuísse o formato. Ficamos horas tentando imaginar um objeto que possuísse a forma de uma mão, quando de repente Aria percebeu a semelhança entre a luva que havíamos encontrado antes e o encaixe contido na caixa. Mark vestiu a luva e a apoiou no encaixe e imediatamente esta se abriu, revelando a cabeça de um cadáver.   

-Aaaaaaaah! O que é isso?

 Todos começaram a gritar. As luzes piscavam. Um grito saiu da boca do cadáver. E num instante tudo cessou. Ficamos parados nos entreolhando, tentando nos recuperar do susto. Ao olharmos para a mesa onde estava a caixa, percebemos que a cabeça havia sumido.

 -O que aconteceu com a cabeça? –perguntou Damon

 -Acho que explodiu logo após o grito que deu. –dise Mark

 -Como um cadáver é capaz de gritar?

 -Não sei, mas tenho certeza que esse gritou. –respondeu Mark

 -Vocês não estão sendo racionais, não há possibilidade de um cadáver gritar... ainda mais um cadáver sem corpo. – disse Damon

 Neste exato momento uma figura amedrontadora surgiu atrás deles. Se parecia com Lúcifer. E por um momento cheguei a acreditar que era ele. Todos nós paramos, perplexos, aterrorizados. Ao encararmos aquela figura percebemos que se tratava de uma mulher, a dona da cabeça que havíamos encontrado. Desesperados tentamos escapar da fúria daquele espírito, que tentava nos matar com um alicate bem afiado e brilhante. Saímos correndo pelos corredores da universidade, até que o espírito do mal conseguiu nos encurralar.

 Olhando minuciosamente para o rosto da mulher percebemos que havia diversas crateras dominando-o, e num sinal de fúria a porta dos armários da universidade começaram a bater. E desesperada, perguntei:

 -O que você quer de nós?

 -Vingança! – respondeu ela

 - Mas nós não lhe fizemos nada de mal.

 -Vocês não, mas os seus antepassados me fizeram muito mal e agora eu quero extinguir essa raça de egoístas. – disse o espírito da mulher.

 - O que eles fizeram com você? –perguntou Aria

 - O seu povo acreditava que eu era a bruxa que havia lançado uma maldição na humanidade, e por essa estupidez acabaram por matar uma pessoa inocente. E o meu espírito ficou preso aqui na terra todos esses anos.

 -Por que?  

 -Porque para que eu possa ir para o outro lado eu preciso do perdão da raça que me humilhou e condenou. Mas isso não me importa mais, a partir de agora eu quero vingança.

  -Não, não precisa fazer isso, nós a perdoamos e pedimos desculpas pelo mal que lhe foi causado.

 E neste momento um buraco com uma forte luz começou a se abrir e uma mão surgiu de dentro do buraco convidando-a a entrar. A partir deste momento tudo voltou ao que era antes, as luzes pararam de piscar, as portas dos armários pararam de bater e uma sensação de paz tomou conta do ambiente. Fiquei contente em ter ajudado alguém e voltei a fazer minha pesquisa como se nada tivesse acontecido.

Sexta-feira 13: T-vírus em SSA.-Breno Ribeiro 1ºD


Breno Ribeiro 1ºD

Quase todos os cidadãos foram transformados em zumbis por um surto do T-vírus, um  tipo de arma biológica secreta desenvolvida pela empresa farmacêutica Umbrella Corporation espalhado na cidade de Salvador. Os dois protagonistas são Leon S. Kennedy, um policial em seu primeiro dia de trabalho, e Jill Valentine, uma policial mais experiente. Tendo acabado de chegar na cidade, Leon se junta à Jill e fazem o seu caminho para o "Departamento de Polícia Municipal", buscando a proteção da população mutante. Lá, eles descobrem que a maioria dos policiais já foram mortos.

Sem nenhuma motivação restante para ficar, os dois protagonistas se separaram para procurar outros sobreviventes e fugir da cidade. Enquanto procurava por uma rota de fuga, Claire conhece uma garota chamada Sherry Birkin, que está fugindo de uma criatura desconhecida, e Leon encontra Ada Wong, que afirma estar à procura de seu namorado John, um pesquisador da Umbrella.

Os dois descobrem que o chefe da polícia da cidade, Brian Irons, havia sido subornado pela Umbrella para ocultar provas de experimentos da empresa nos arredores da cidade. Eles também haviam escondido o desenvolvimento do novo T-vírus, um agente capaz de causar mutações generalizadas no corpo de um ser humano. Irons tenta matar Jill, mas é morto por um mutante T-vírus no departamento de polícia. Então, Jill e Sherry escapam através dos esgotos e se separaram. Depois de se dividir com Leon, Ada se depara com Sherry, e pega um pingente de ouro da menina, que havia deixado no chão enquanto fugia. Ainda entre os esgotos, Ada relutantemente une-se com Leon novamente, após ele insistir que seu dever é protegê-la. Eles encontram uma mulher de meia-idade que dispara em Ada, porém Leon se lança em sua frente, levando o tiro. Ada e Leon ignoram o fato e seguem a mulher, que se revela ser Annete Birkin, mãe de Sherry, esposa de William Birkin, o cientista da Umbrella que criou o T-vírus. Na tentativa de proteger seu trabalho ele injeta-se com o vírus, que o transformou na criatura mal formada que agora está perseguindo Sherry. Annette reconhece o pingente de sua filha e tenta tirá-lo de Ada. A luta segue e Annete é lançada sobre uma grade. Ada descobre que o medalhão de ouro contém uma amostra do T-vírus, e mais tarde retorna à Leon, cuidando de seus ferimentos.

Leon, Ada, Jill e Sherry entram em uma fábrica abandonada conectada a Umbrella que servia como um centro de pesquisas. Birkin ataca e deixa Ada gravemente ferida, então Leon explora o laboratório afim de encontrar algo para cuidar de suas feridas. Ele é interrompido por Annete, que lhe explica que a relação de Ada com John era apenas um meio de obter informações sobre a Umbrella, e então ela diz que Ada é uma espiã enviada para roubar o T-vírus, trabalhando para uma organização desconhecida. Quando Annete está prestes a atirar em Leon, o monstro Giant aparece e ela é forçada a recuar, Ada então retorna para salvar Leon, e derrota o Giant aparentemente à custa da sua própria vida.

Enquanto isso, Annete tenta fugir com outra amostra do T-vírus, mas é ferida mortalmente pelo marido mutante. No entanto, antes de morrer, ela diz a Jill como criar uma vacina que irá neutralizar as mutações. Depois de preparar a cura, Leon e Jill se reúnem em um trem da cidade e espalham o gás da vacina pelos bairros. Birkin se transforma em uma grande criatura e os persegue, porém é morto quando um sistema de autodestruição faz com que o trem exploda.



*Baseado em Videogames de terror.