Iago Fernandes e Felipe Lima 1ºB
Numa tarde linda, já dando para a noitinha,
eu, João, estava andando com meus amigos pelas ruas da cidade onde eu moro,
Jurunha. As ruas da minha cidade são muito estreitas, malmente dá para dois
carros passar, mas elas são muito bonitas, cheias de flores, muitas árvores
frutíferas e lá em Jurunha tem uma rua que todos têm medo, ela se chama Vai e
não volta, que no final dela tem outra rua que lá fica minha casa. Se eu for pela rua Vai e não volta, vou chegar
mais rápido em minha casa, mas depois
que o senhor (Mario Caninha), que é o dono da maioria das casas daquela rua foi
morto, a rua ficou deserta, ninguém se atreve passar por ela, dizem que Mario
fica assombrando as pessoas que passam por lá, eu os demais que vivem na minha
rua a rodeia para pode chegar até a Canastrinha, que é onde moro.
Minha mãe, Jacira, tinha ligado para mim,
mandando eu, Carol, Jhullye, Yuri e Caio apressar os passos, pois o nosso
lanche já estava posto na mesa e que só estava nos esperando para comer o
lanche. Eu falei:
-Pessoal, vamos adiantar, minha mãe ligou dizendo
que a comida já está posta a mesa.
Yuri e Carol falam:
-Você só pensa em comer João.
Jhullye diz:
-Ah meu querido, a única maneira de nós irmos
rápido é por aquela rua.
Carol diz: (com voz de apavorada).
-Está é aquela rua que se chama Vai e não volta,
onde morava um senhor que dizem que ele fica assombrando as pessoas.
Todos, menos Carol falam:
-Oh !!! .Claro que é essa rua.
Carol fala: (fazendo todos pararem em
frente a rua assombrada).
-Vocês estão loucos!!! .Prefiro morrer que
passar por essa rua.
Caio fala: (animando o pessoal)
-Que nada gente, as pessoas que metem medo em
nós, duvido que essa rua tenha algum fantasma de verdade, por mim eu passo por
lá, não tenho medo de fantasma, como certas pessoas.
Eu falo: (tentando convencer todos)
-Então, vamos ou não passar pela rua?
Yuri fala:
-Eu passo, não tenho medo de fantasmas.
Nisso todos discutimos para entrarmos em um
acordo, vendo se passamos ou não pela rua que dizem que é assombrada pelo dono
das casas e pelo filho, que se chamava Igor, com tudo nós resolvemos ir pela
rua assombrada, menos Carol que decidiu a rodear pelo caminho mais longo.
Carol fala: (rindo dos outros).
-Tchau pessoal, até logo e boa sorte para
vocês.
Eu falo:
-Você não vai mesmo, vamos te mostrar que essa
rua não tem nada.
Carol falando: (dando gargalhada)
-Quero ver!!!!!.
Caio falando:
-E agora é com nós, não dá pra desistir.
Andando todos juntinhos, quase espremidos,
todos com olhar de medo observando todos os lados da rua. Jhullye falou:
-Pessoal,
essa rua está muito feia comparada as outras ruas da cidade, as casas estão com
mato até dentro, árvores caídas, isso me dá arrepios.
Eu falo: (com fala de medo)
-Tô arrependido de ter vindo.
Yuri fala:
-Deixa de medo João.
Caio diz: (fazendo todos pararem no meio
da rua).
-Vocês estão vendo o que tô vendo?
Eu falo:
-O que você está vendo rapaz?
Caio fala: (falando baixinho)
-Gente, gente, aquele não é o filho de Mario
Canilha?
Jhullye fala:
-É ele mesmo!!!!! (apavorada) Vamos sair deste
lugar, tô com muito medo.
Yuri fala:
-Vamos correr agora, tô com muito medo.
Eu falo: (querendo chorar).
-Vamos, não quero morrer!!!!.
Caio fala:
-Quem diria, não era você que não tinha medo
de fantasma?
Yuri fala:
-Isso não vem ao caso agora.
Enquanto eu e meus amigos estávamos parados
quase chorando, o fantasma do filho do dono das casas estava rindo e observando
e de repente aparece o pai dele falando:
-Os
que fazem na minha rua, saiam da aqui, se não todos vão morrer como o amigo de
vocês Juca, que morreu envenenado.
Todos nós que estávamos na rua saimos correndo
gritando:
-Socorro, socorro, meu Deus me ajude.
De repente em nossa frente apareceu uma luz
que brilhava tão forte que nós fizemos para olhamos com mais atenção para ver
quem poderia ser e falamos um para os outros:
-Esse não é o Juquinha .
Caio diz: (arrepiado).
-Mas ele não morreu envenenado?
Juca fala:
-Morri, mas estou aqui para ajudar vocês a
sair deste problema.
Eu falo:
-Desculpe senhor, mas por que não deixa meus
amigos passar, o que eles fizeram para o senhor e seu filho?
Mario fala: (rindo)
-Nada, mas se eles tivessem feito, nem ia
conseguir se mover.
Juca fala:
-Por que não os deixam em paz?
Mario fala:
-Por que isso não trará minha liberdade.
Yuri fala:
-Mas o que trará sua liberdade?
Mario fala:
-Achem minhas escrituras das casas e eu acho
que ficarei libertado.
Jhullye fala:
-Ahhh, são essas que estão aqui do meu lado?
Mario fala:
-Isso, pode ficar com essas, vocês vão ser
minha salvação.
Com isso ele pensou e fez aparecer a escritura
da casa principal e deu para nós deixando nos partir para minha casa.
Eu falo:
-Muito obrigado e, por favor, não fique
assombrando as pessoas que morar nesta rua.
Mario fala: (partindo)
-Oh, me simpatizei com você, pode deixar, eu
nem vou estar mais na terra para poder assustar as pessoas.
Juca fala: (partindo)
-Avise a minha mãe que eu a amo muito e meus
amigos cuidem bem de minha amada mãe e também da minha ex-namorada Carol.
Caio fala:
-Bobão, João tá pegando ela.
Igor fala:
-Eu estou ouvindo.
Depois de todos esses acontecimentos, eu e
meus amigos chegamos a minha casa e quando chegamos, Carol já estava sentada na
mesa comendo.
Jhullye fala:
-Já está aí, né danadinha? Você perdeu o que
aconteceu com a gente.
Carol fala:
-Me conte como foi e o que é isso que Yuri está carregando.
Caio fala:
-Se eu te falo você não vai acreditar, são as
escrituras daquelas casas da rua que falam que é assombrada.
Eu falo: (alegre)
-Isso mesmo, vamos distribuir a quem está
necessitando de um canto para morar.
Carol fala:
-Depois quero saber de tudo e todos os
detalhes.
Quando acabaram de fazer esse dever de entregar
as escrituras e contar o que houve para Carol, ficamos sempre nos lembrando do
ocorrido até nos dias de hoje.
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