sexta-feira, 27 de julho de 2012

Sexta-feira 13-Marcela Lins e Thalita Menezes -1ºA

Marcela Lins e Thalita Menezes -1ºA


Já estava escurecendo e a chuva não passava, quando eu e meus amigos decidiram ir na casa fantasma que tinha no Magic Kingdom. Não havia fila nenhuma, o que era estranho para um brinquedo da Disney. Eu e Thalita fomos as primeiras a entrar no brinquedo e os outros entraram logo em seguida. Era um corredor escuro, cheio de quadros de pessoas mortas, muitos zumbidos e pedaços de aços no chão.

   Tudo estava parecendo ocorrer bem, quando de repente os nossos carinhos param e uma voz que aparentava ser do monitor brinquedo dizia “saiam do carrinho e sigam até a porta de saída”. Eu e Thalita berramos involuntariamente:

--- Dudu, Bruno, Stallen cadê vocês ????

   Uma voz que aparentava ser de Bruno, respondeu:

--- Estamos aqui!!!! – Ele e os meninos se aproximam rapidamente de nós.

    Thalita diz:

--- Vamos gente, temos que sair lodo daqui!

    Naquele momento a adrenalina nos invadiu, afinal estávamos sozinhos naquele brinquedo quebrado. Fomos andando em busca da porta de saída e foi então que entramos em um lugar estranho, cheio de neblina, frio e com vários túmulos. Naquele momento estávamos com uma leve impressão que íamos morrer; quando de repente BUUUUUM!!!!!!! e um homem de aparência pálida, com cortes no rosto, de uma perna só, pele rugosa, com roupa rasgada, braços com o osso para fora e com uma faca na mão nos atacou e falou:

--- Escolheram o dia errado para vir neste brinquedo! HAHAHAHA

    Nós olhamos para ele e saímos correndo pelo brinquedo a procura da saída. E quando parecia estar no fim, ele mal tinha começado. Entramos em uma sala, que aparentava ser uma câmera frigorífica onde tinha várias gavetas juntas e foi quando uma delas abri e nós curiosos fomos ver o que era, e quando chegamos perto vimos uma mulher morta, com cabelo loiro, vestido branco, ensanguentado, sem braços e foi quando ela soltou da maca e virou a cabeça, nós horrorizados de medo fomos em direção a uma escada e descemos, foi quando nos deparamos a uma sala onde estava acontecendo uma festa mas não era uma festa comum e sim uma festa de fantasmas. Um dos fantasmas nos chamou para dançar:

--- Venham crianças, não tenham medo! Aproveitem e comam! HAHAHA

    Nós passamos pela mesa de comida mas não comemos nada, pois a comida era nojenta, estragada, tinha vermes no arroz, barata na carne, rato frito, mofo no pão, frango cru e sangue para beber. Depois desta nojeira, saímos de fininho com ânsia de vomito e passamos pelo corredor cheio de espelhos e cada vez que passávamos pelos espelhos aparecia um fantasma atrás de nós.

   Não aguentávamos mais aquele lugar, já estávamos cansados daquilo tudo; nós encontramos com outros grupos de amigos e eles estavam tremendo de medo e já havia uma amiga nossa que tinha desmaiado, estávamos todos em um canto encolhidos, tínhamos desistido de procuras a saída; foi quando apareceu um rapaz que parecia ser “normal” e nos pediu desculpas e nos levou até onde parecia ser a porta de saída, quando chegamos haviam várias pessoas olhando e rindo para nós, não tínhamos ideia do que estava acontecendo, foi quando Tânia nossa guia disse que pegamos o dia errado do brinquedo, que aquele dia era o dia do “terror”, ou seja, tudo no brinquedo ganhava vida, nós sentimos um alivio imenso de saber que tudo ali não era real, aquele dia foi o dia mais pavoroso de todos os outros.

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