Marcela Lins e Thalita Menezes -1ºA
Já estava escurecendo e
a chuva não passava, quando eu e meus amigos decidiram ir na casa fantasma que
tinha no Magic Kingdom. Não havia fila nenhuma, o que era estranho para um
brinquedo da Disney. Eu e Thalita fomos as primeiras a entrar no brinquedo e os
outros entraram logo em seguida. Era um corredor escuro, cheio de quadros de
pessoas mortas, muitos zumbidos e pedaços de aços no chão.
Tudo estava parecendo ocorrer bem, quando de
repente os nossos carinhos param e uma voz que aparentava ser do monitor
brinquedo dizia “saiam do carrinho e sigam até a porta de saída”. Eu e Thalita
berramos involuntariamente:
--- Dudu, Bruno,
Stallen cadê vocês ????
Uma voz que aparentava ser de Bruno,
respondeu:
--- Estamos aqui!!!! –
Ele e os meninos se aproximam rapidamente de nós.
Thalita diz:
--- Vamos gente, temos
que sair lodo daqui!
Naquele momento a adrenalina nos invadiu,
afinal estávamos sozinhos naquele brinquedo quebrado. Fomos andando em busca da
porta de saída e foi então que entramos em um lugar estranho, cheio de neblina,
frio e com vários túmulos. Naquele momento estávamos com uma leve impressão que
íamos morrer; quando de repente BUUUUUM!!!!!!! e um homem de aparência pálida,
com cortes no rosto, de uma perna só, pele rugosa, com roupa rasgada, braços
com o osso para fora e com uma faca na mão nos atacou e falou:
--- Escolheram o dia
errado para vir neste brinquedo! HAHAHAHA
Nós olhamos para ele e saímos correndo pelo
brinquedo a procura da saída. E quando parecia estar no fim, ele mal tinha
começado. Entramos em uma sala, que aparentava ser uma câmera frigorífica onde
tinha várias gavetas juntas e foi quando uma delas abri e nós curiosos fomos
ver o que era, e quando chegamos perto vimos uma mulher morta, com cabelo
loiro, vestido branco, ensanguentado, sem braços e foi quando ela soltou da
maca e virou a cabeça, nós horrorizados de medo fomos em direção a uma escada e
descemos, foi quando nos deparamos a uma sala onde estava acontecendo uma festa
mas não era uma festa comum e sim uma festa de fantasmas. Um dos fantasmas nos
chamou para dançar:
--- Venham crianças,
não tenham medo! Aproveitem e comam! HAHAHA
Nós passamos pela mesa de comida mas não
comemos nada, pois a comida era nojenta, estragada, tinha vermes no arroz,
barata na carne, rato frito, mofo no pão, frango cru e sangue para beber.
Depois desta nojeira, saímos de fininho com ânsia de vomito e passamos pelo
corredor cheio de espelhos e cada vez que passávamos pelos espelhos aparecia um
fantasma atrás de nós.
Não aguentávamos mais aquele lugar, já estávamos
cansados daquilo tudo; nós encontramos com outros grupos de amigos e eles
estavam tremendo de medo e já havia uma amiga nossa que tinha desmaiado, estávamos
todos em um canto encolhidos, tínhamos desistido de procuras a saída; foi
quando apareceu um rapaz que parecia ser “normal” e nos pediu desculpas e nos
levou até onde parecia ser a porta de saída, quando chegamos haviam várias
pessoas olhando e rindo para nós, não tínhamos ideia do que estava acontecendo,
foi quando Tânia nossa guia disse que pegamos o dia errado do brinquedo, que
aquele dia era o dia do “terror”, ou seja, tudo no brinquedo ganhava vida, nós
sentimos um alivio imenso de saber que tudo ali não era real, aquele dia foi o
dia mais pavoroso de todos os outros.
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