Artur
Lins
Joel Carlos
1º ano C
Era uma noite como todas as
outras, eu e meus amigos havíamos nos reunidos para nos divertir na rua,
estávamos acostumados a ficarem horas e horas conversando até anoitecer, já
estava começando a anoitecer quando surgiu um assunto sobre uma casa velha que
morava uma senhora ha muito tempo e que ela fazia deliciosas polpas para vender
na rua, agora que a senhora já tinha morrido e falavam que a casa velha estava
mal assombrada pelo o espírito. A casa velha ficava no final da rua do
sapotizeiro onde havia muitas arvores incluindo o sapoti era como uma
florestinha onde tinha animais também, mas o que mais tinha era morcego, eles
eram gigantes e metiam pavor em qualquer um, mas sabíamos que não devíamos
temer os morcegos, pois eles se alimentavam apenas das frutinhas e os sapotis,
que eram o seu preferido.
Decidimos ir ver como era essa
tal casa, fizemos a nos mesmo um desafio, queríamos ver se era verdade as
historia a respeito da casa e da senhora que morava lá.
Bianca e Eduarda eram as únicas
meninas no grupo e que não tinham tanto medo igual às outras meninas, ao todo o
nosso grupo de amigos resultava em seis pessoas, mas tinha um garoto no nosso
grupo que me intrigava tinha medo de tudo ate de sua própria sombra, o nome
dele é Peter uma vez ele começou a chorar porque disse que tinha visto
fantasmas, ele foi zombado em toda a escola por muito tempo, às vezes eu penso
se ele é medroso assim por causa de algum trauma que ele viveu, tenho dó dele,
ele deixa de aproveitar muito a vida, talvez seja porque ele saiba alguma coisa
que nós não sabemos, eu pensei que ele não iria querer vir com a gente, mas por
algum motivo ele veio. Também tinha o Michel, esse não era normal ele não tinha
medo de quase nada, foi ele que sugeriu que fossemos até a casa...
Chegando a casa, o portão de
ferro já estava aberto, hesitamos entrar por um momento, mas a curiosidade nos
levou, estávamos no quintal da casa, era grande e tinha uma passagem que dava
na floresta, de repente começou a ventar forte, tão forte que fechou o portão
de ferro, todos se assustaram, eu me arrepiei, ventou forte novamente e depois
que parou de ventar olhamos uns para os outros e ouvimos gritos agonizantes que
pareciam vir da casa corremos para ver quem era e nem percebemos que estávamos
andando em uma trilha de sangue que nos levava para a casa, Michel abriu a
porta como se fosse um herói de filmes, mas foi o que desabou em seus
sentimentos quando viu todos os outros amigos que não puderam vir para cá mortos
a machadadas, ficamos sem entender o que havia acontecido queríamos saber quem
tinha feito essa barbaridade não tinha sentido, apavorado Peter começa a chorar
e vai correndo desesperadamente seguindo pegadas de sangue que havia visto vendo
aquilo todos nós fomos seguindo Peter.
As pegadas davam no porão não
queríamos entrar, estávamos com medo, mas Peter já havia entrado “ele é louco” pensei.
As meninas preocupadas com ele puxaram eu e Michel com elas para o porão,
queríamos tirar Peter do porão queríamos voltar para as nossas casas estávamos
morrendo de medo. Entrando no porão havia maquinas bem rústicas de preparo
caseiro de polpas de frutas algumas pareciam que estavam sendo usadas
recentemente, houve se um barulho de alguma coisa caindo, corremos para ver
como estava Peter ele estava todo encharcado de suco de frutas, “a maquina
explodiu, isso parece suco de sapoti, que estranho” disse Peter,
“HAAAAAAHAAHaHaHaHa” houve-se uma gargalhada sinistra que vinha de longe e logo
depois um rangido parecia que estava abrindo alguma coisa ficamos assustados
quando pensamos em correr percebemos uma nuvem de morcegos surgindo da porta,
os morcegos passaram por nós pareciam que nem tinham nos visto, foram direto
para Peter, ele correu, mas não foi o bastante, os morcegos arrancaram seu
pedaços comeram ele todo até os ossos em pouco tempo, vimos aquela cena sem
poder sair pois estava bem na frente da porta, pensei o que tínhamos feito de
errado, como Deus poderia deixar algo como isso acontecer, parecia aqueles
filmes de terror em que tinha que sobreviver, mas parecia que não ia sobra
ninguém, não existia Deus nessa casa, decidimos correr pelo porão queríamos
saber se havia outra saída, para a nossa sorte havia sim outra saída, na
verdade era uma escada que levava até o lado de fora da casa.
Subimos a escada, estávamos do
lado de fora, ficamos felizes, mas durou pouco, percebemos que estávamos na
floresta, estava muito escuro pegamos uns nas mãos dos outros e fomos andando
para não nos separarmos e fomos andando bem devagarzinho, não sabíamos para
onde estávamos indo só sabíamos que estávamos querendo sair desse pesadelo.
Depois de certo tempo perdidos na
floresta ouvimos uns múrmuros, o céu fechou parecia que ia desabar, era uma
tempestade quês estava vindo, começou a chover e a trovoar, tinha uma coisa boa
nessa tempestade, cada trovão clareava e podíamos ver a saída da floresta, mas
também vimos quem estava nos seguindo... O cara do machado “VOU MATAR VOCÊIS!!”
gritou a figura sinistra, corremos muito para a saída da floresta, nunca pensei
que podia correr tanto assim, percebi que Bianca já havia sumido não dava para
salva-la, havíamos saído da floresta mas ainda estávamos no quintal da casa,
estava um pouco eufórico estávamos chegando a saída, achei que íamos
escapar...”VOCÊS NÃO VÃO ESCAPAR!!!!” gritou o cara arremessando o seu machado
acertando Michel, estávamos tão perto do portão de ferro, eu ainda não havia
entendido a razão desse pesadelo real.
Senti um alivio a sair, escapou
eu e Eduarda, assim que passamos pelo portão nos o fechamos. Ficamos vendo do
portão por um tempo, tudo havia sumido o cara sinistro e nossos amigos que
tinham morrido, começamos a chorar e de repente caiu um raio na casa velha, fez
um barulho muito alto acho que toda a vizinhança ouviu, o raio que caiu na casa
queimou ela toda e o fogo foi se alastrando queimando o quintal e a floresta
deu pra ouvir gritos acho que era o cara queimando queria que ele sofresse até
a sua morte, os morcegos saíram voando para outro lugar, tomará que tenham ido
para bem longe.
Nós ficamos aliviados e com duvidas, esperamos
um pouco em frente a casa não sabíamos o que fazer... Decidimos voltar para
nossas casas e guardando conosco esse terrível segredo do qual nunca
esqueceremos.
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