Fernando Ramos
Lucas kruschewsky
1° C
Numa noite
fria, eu estava conversando com meus amigos na minha casa. Um poste da minha
rua havia caído e estávamos sem luz alguma. Falávamos sobre a casa de uma
família que já tinha falecido. A casa não havia sido comprada e nem alugada
desde então.
Em meio a
este grupo de amigos, estava o menino mais idiota, mas ao mesmo tempo corajoso.
Seu nome era Peter. Todos respeitavam muito ele por sua coragem. Não era muito
forte, mas passava uma impressão de confiança para as pessoas que o olhavam.
Peter
estava ansioso em conhecer a antiga casa e descobrir o que se passava dentro
dela melhor. Então sugeriu que fossemos até lá Houve um silencio. Um dos meus
outros amigos se levantou repentinamente e disse:
-Não tenho
medo! Eu vou!
Aos poucos,
foram levantando de um de cada vez, ate que s havia restado eu sentado. Todos
olhavam para mim esperando minha resposta. Então, em meio aquela pressão
psicológica, me levantei decidido e disse com firmeza:
-Não sou
nenhum medroso! Eu também vou!
Todos
sorriram satisfeitos com minha decisão. Mas havia um pequeno problema. Como
íamos para a casa da família falecida se estávamos sem luz no bairro inteiro?
Até que tive uma ideia. Havia uma lanterna no meu quarto. Fui até lá em
silencio para não acordar meus pais no quarto em frente.
Logo em
seguida saímos. Eram onze e meia da noite. A casa ficava em uma rua em frente a
minha. Estava tudo deserto. Andamos até o fim da rua e viramos a esquina ate
chegar em frente a tal casa.
Ela era
muito antiga e escura. De repente senti um forte arrepio, como se alguma coisa
de muito errado fosse acontecer. Estava arrependido de estar ali, mas já era
muito tarde para me arrepender. Queria avisar aos meus amigos sobre meu mau
pressentimento, mas o que eles iriam dizer de mim? Que eu era um medroso.
Conheço-os bem. Quando colocam uma coisa na cabeça não desistem da ideia de
jeito nenhum.
Todos os dias
eu passava por esta casa para ir para a escola e eu tinha certeza de que a
porta estava sempre fechada. Mas neste dia, por alguma razão, a porta da casa
estava aberta, o que me fez sentir um arrepio ainda maior.
Olhei para
meus amigos procurando descobrir qual a sensação de cada um naquele momento.
Pareciam estar todos com medo e arrependidos de estar ali, menos o idiota do
Peter, que parecia estar satisfeito com a ideia. Acho que ele não tinha noção
do perigo. Mas devo admitir que admirava tamanha
coragem do garoto. Inesperadamente, Peter diz com entusiasmo:
-O que
estão fazendo parados aí? Não podemos perder mais tempo nenhum! Vamos em
frente!
Peter foi o
primeiro à entrar na casa, seguido dos meus amigos, que entravam devagar com
receio que alguma coisa acontecesse de repente. Apesar do medo que sentiram,
não iam desistir da ideia, pois não gostavam de ser vistos como fracassados.
Fui o último a entrar e neste mesmo instante a porta fechou-se sozinha
repentinamente. Senti que pesadelo estava apenas começando.
A primeira
coisa que notei foram os quadros da família falecida. Todos os membros estavam
presentes no quadro, inclusive uma garotinha ao qual a parte do quadro que sua
cabeça ocupada estava cortado, como se alguém tivesse feito isso há bastante
tempo em razão de algum sentimento ruim que sentisse pela criança.
Comecei a
ouvir um choro vindo do andar de cima. Meus amigos se assustaram, inclusive eu.
Até mesmo Peter parecia com medo. Este, apesar da aflição, sugeriu:
-Não
podemos perder esta oportunidade.
Então todos
eles decidiram subir e Peter mesmo com medo decidiu ir na frente, todos mesmo
com medo decidiram acompanhá-lo, começaram a subir as escadas com passos
devagar, a escada rugia cada vez mais.
Quando
chegaram na parte de cima da casa eram 2 horas da manhã , ouviram um grito mais
forte de uma menina chorando e um barulho de porta se abrindo. Peter então
decidiu chegar mais perto da porta, todos ficaram estáticos e com muito medo,
ao mesmo momento Peter se aproximava cada vez mais da porta.
A porta
bateu fortemente, todos se assustaram, mas Peter conseguiu acalmá-los, Peter
foi a direção da porta novamente e quando abriu, ele viu a menina com uma
boneca que estava no quadro com a cabeça cortada.
Todos
começaram a correr gritando alto, os vizinhos começaram a acordar e tentaram
saber o que houve. Os garotos voltaram as suas casas desmaiados.
No dia
seguinte todos eles se reuniram novamente, mas nenhum deles se lembravam de nada
ao menos Peter que ainda continuava estático e com muito medo, depois desse dia
todos os amigos nunca mais decidiram entrar mais naquela casa, mas eu continuei
a procurar o que houve naquele dia, e o que aconteceu.
Eu morando
muito perto da casa da família Lincoln, todos os dias abria a minha cortina
devagar e olhava o que acontecia, a luz ficava piscando rapidamente. Mas houve
um dia em que eu estava voltando da escola, eu escutei um barulho muito forte
do outro lado da rua, dentro da casa da família Lincoln.
Eu tomei
coragem e decidi olhar, mas ao mesmo momento quando eu olhei na fecha da minha
cortina, eu vi que a porta estava aberta, decidi então chegar perto da casa.
Quando cheguei perto a mesma menina que estava no retrato apareceu na minha
frente, eu tomei um susto muito forte.
A menina
chegava cada vez mais perto de mim, e eu me afastava. Não havia ninguém na rua,
a menina então tirou uma faca que estava no meio do peito e jogou em mim,
consegui desviar mas Peter estava atrás de mim e a faca pegou no peito dele.
Eu fiquei
tão estático que corri para casa, deixando Peter para trás. No dia seguinte não
queria sair da cama, mas ouvi a noticia de que Peter estava desaparecido e
nunca mais ninguém o encontrou.
A história está muito boa pois tem uma certa dose de suspense e terror que consegue nos prender até o fim da história.Parabéns !
ResponderExcluirAllicya Cristina 1ºC
Adorei a história, realmente me arrepiei aqui ! Um suspense incrível e uma criatividade muito boa, aquele tipo de história que se encontra em sites de terror na net !
ResponderExcluirA história é excepcional, não fugiu do tema e o conteúdo permitiu ao leitor uma "dependência" para desvendar a resolução do conto! Muito bom!
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